quinta-feira, 27 de abril de 2017

O cliente sempre tem razão



Lições de vida

Everaldo dos Santos

É muito comum ver pessoas com problemas emocionais, como a depressão, por exemplo, mas de um ponto de vista superficial, acredito que a maioria dos casos são apenas maneiras duras de reconhecer o que a vida está querendo ensinar.

Uma frustração, decepção, desentendimento, perda, são oportunidades que a vida nos dá para aprender algo que é importante para nós, e, por isso, não deveria ser visto como um castigo.

Acredite, toda situação tem um lado bom e por mais trágica que seja, é possível extrair algum conhecimento disso. Então, questione-se, permita-se ver as situações com outros pontos de vista, pois para qualquer lugar do Universo, existem inúmeros caminhos.

E como num passe de mágica, você estará pronto para mais lições da vida, essas que não vão mais lhe atormentar, porque você aprendeu a aprender e deixou de se martirizar.

Ladrões burros

PARECEQUEOJOGOVIROU


Inevitável

Isabel Machado

Inevitável foi o toque
a procura
a consumação da loucura
a transformar nós dois
em um.
Nada foi comum
Tudo foi vital
anormal...
dentro da normalidade contida
no ato.
Inevitável foi o tato
e meus seios foram teus
... tudo... o corpo todo
sentiu-te em gula
nas entranhas
nas loucas manhas
da manhã-festim...

Inevitável
tatear-me em falso
pra sentir-te pleno
em mim...

Protesto

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Papo ninja na cama

Um cara estava numa transa louca com uma gata,
de repente para tudo e pergunta:
-Gata você não tem Aids,tem?
-Claro que não,responde a gata.
-Ainda bem,eu não quero pegar essa porra de novo.

Corno engole tudo

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História de trancoso

Era uma vez um Tetéo que cansou da vida na zona rural.
Foi morar em Caicó.O calor estava foda.O Tetéo desmaiou.
Um cachorro mijou em cima dele.O Tetéo ficou legal.
Começou a cantar.Um gato ouviu e comeu o Tetéo.
Moral da história:
1-Nem sempre aquele que mija em cima de você é seu inimigo.
2-Nem sempre aquele que lhe ajuda é seu amigo.
3-Nem sempre é bom cantar.Conserve o bico fechado.



Irmão escroto

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Bibica condena onda de violência na Venezuela


636282312085473394mO empresário Bibica di Barreira condenou a onda de violência na Venezuela. Esta semana, três pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas em protestos em Caracas e cidades de 14 estados do país.Em nota,Di Barreira “reitera a urgência de as autoridades venezuelanas adotarem medidas para garantir os direitos fundamentais e preservar a paz social”.
“É imperativo que a Venezuela retome o caminho da institucionalidade democrática e que seu governo defina as datas para o cumprimento do cronograma eleitoral, liberte os presos políticos e garanta a separação dos poderes constitucionais”, diz o texto.

Quenga barata

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Diz

Isabel Machado

Sim... pode falar...
fale de paixão
fale de tesão
fale do teu jeito
que não é maldito
fale sussurrando tudo
ao meu ouvido
como um zumbido
de prazer...

Diga... diga que está apaixonado
diga que és o meu amado
desde outra vida
e que nada será violado
além da paixão
e que sempre haverá o cuidado
de nos pertencer...
... proteção...

Diz... diz que desejas o meu último sorriso
diz tudo aquilo que eu preciso
diga o que quer
e o que não quer
teu coração...
é tudo permitido
êxtase de emoção.

Essa tal de Terceirização é foda

Terceirizaram o mecânico!


terça-feira, 25 de abril de 2017

Milhões, bilhões, mortes

Ivar Hartmann

À medida que os dias passam, os jornais e tevês informam sobre as delações de executivos de uma das empresas envolvidas com a Lava Jato. Pela quantidade de autoridades denunciadas de todos os níveis do Executivo, Legislativo e membros do Judiciário do Rio de Janeiro, nosso raciocínio se embaralha, nossos sentidos embotam pelos valores: milhão para um, 10 para o outro, 30 para um partido. Milhares para o deputado tal, milhares para o senador qual. Nenhuma pedra se coloca, nenhuma fatura se paga se não houver comissões a pagar pela empreiteira. Se uma obra sai 10, a empreiteira cobra 11 por causa da comissão. Como ninguém é bobo, os arrecadadores, em nome do trabalho que desenvolvem, cobram mais um para si. Então já são 12. Agora, como eu sou a empreiteira e tem estes f. da p. me pedindo dinheiro, melhor é eu ter uma reserva de caixa e vou cobrar 15, porque, desde que eu pague, ninguém tem interesse em fiscalizar meu trabalho. Ao final a obra de um bilhão sai um bilhão e meio na melhor das hipóteses. Isso se não houver aditivos pelo caminho.
Não se trata de mera movimentação de recursos. Trata-se de recursos do erário. O mesmo erário que, tendo dinheiro, paga os leitos hospitalares, a construção das estradas, a manutenção dos presídios. Que paga o funcionalismo e os aposentados. Que fixa os impostos e não devolve nosso Imposto de Renda. Uma máquina: arrecada bem e gasta mal. Muito pior, uma máquina que está matando brasileiros. Por causa das comissões, menos leitos nos hospitais, mais buracos mortais nas estradas, mais bandidos soltos assaltando e matando. Milhares de ocorrências pelo país. Este é um fator importantíssimo, pois mexe com as vidas e a saúde dos brasileiros. As comissões, não interessam o título, propina ou caixa dois, são crimes. Estes crimes mudam a destinação do dinheiro público disponível. Assim os Lulas, Dilmas, Temers, Cunhas, Renans e outros ratos menores, deveriam ser responsabilizados também pelos mortos e feridos que diariamente palpitam nas crônicas policiais ou nos atestados de óbitos por falta de atendimento adequado. O prefeito que desvia o dinheiro da obra pública está matando seu munícipe. Tem que ser visto como um assassino. O parlamentar que embolsa dinheiro vindo do erário tem que ser tratado como coautor de assassinato porque sua ação impediu o bom uso da verba. Bandidos!
ivar4hartmann@gmail.com

Lula tem mais testemunha do que Jeová

Nem Jeová tem tanta testemunha
quanto o Lula.

Lilith

Liz Christine

Ah, delírio que me erotiza...
Você me despreza, você me pisa...
Me xinga e me avisa...
Que posso fazer?
Eu quero você e gosto de sofrer.
Não é doentio,
É doce esse martírio...
Você é meu desafio.
Quero ser amarrada,
Quero ser queimada...
Pelo fogo da paixão,
Me morde com tesão.
Me morde e me usa...
Depois você me acusa...
De louca e confusa.
Vai, usa, abusa,
Xinga, morde, pisa.
Quero ser espancada,
Quero ficar marcada...
Pela dor dessa paixão...
Quero a marca da sua mão...
Em meu corpo, olhos e coração.
Te amar é morrer...
Me afogar no prazer.


Parabéns Pedrinho



Frases complicadas

"Indivíduo cuja genitora copula em troca de remuneração pecuniária."
Significado:Filho da puta.
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"O esfíncter corrugado de ébrio não possui proprietário."
Significado:Cu de bêbado não tem dono.

Fato


Três luzes

Lissânder Dias

Há três focos de luz em minha frente. À direta, a janela. À frente, a TV. Abaixo, o laptop. Universos inteiros em minha frente. Universos fabricados ou não, o grande desafio é o que fazer com o que vejo por meio deles.
Se pela janela vejo o pássaro pousando na antena parabólica, na TV assisto a histórias do interior produzidas por cineastas. A tela do computador é como aquela nova galáxia descoberta. Quanto mais descobrimos, mais infinita é.
O que me amedronta não é novo. É o que podemos nos tornar.
As luzes são cada vez mais frequentes. Meus olhos doem. Me lembro daquela luz do sol ao meio-dia da infância queimando o asfalto e me dando a sensação de letargia.
Nos sonhos, vemos luzes acompanhadas sempre por músicas no compasso do movimento. Na vida real, nem sempre é assim. O silêncio não foge. Sempre que surge, ele tem a grande capacidade de permanecer. A despeito dos desesperos que nos aprisionam.
Vejo as fotos de amigos na tela do computador. Me lembro de tanta coisa! Me lembro dos sorrisos expostos, descompromissados.
Leio depoimentos, confissões. Nem sempre tão sinceras. Mas cada letra esconde dentro de si uma intenção. Cabe a nós decifrá-las.
O tempo vai passando, e já não me empolgo com discursos. Eles quase sempre são atestados de descompromisso com a realidade que não cabe neles. Por vezes, melhor é ficar calado mesmo.
Entre as três luzes, fico parado. Talvez eu espere que se apaguem sozinhas. Talvez eu não queira que se apaguem.
No fundo, quero crer que há alguém acima de tudo isso, para quem luz e escuridão não fazem diferença alguma. E não fazem mesmo.

Pense numa coceira do caralho

Coseira do capiroto

"Eu não sabia de nada" vem de longe



segunda-feira, 24 de abril de 2017

Ciduca Barros e o centenário da chegada do BB ao RN

No início do Século XX, em consequência de incentivada política de integração econômica nacional, o Banco do Brasil definiu a estratégia de marcar a sua presença em todos os estados do Brasil. 
Surgiu então a 22ª dependência instalada no país e a primeira do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte, inaugurada no dia 14 de abril de 1917, curiosamente, um sábado. 
A incipiente agência iniciou as suas atividades no prédio de nº 3, da Avenida Tavares de Lira (esquina com a Rua Chile), e o seu quadro funcional constava apenas de quatro servidores.
Integrando-se às festividades do centenário da chegada do Banco do Brasil em Natal, o nosso colaborador Francisco de Assis Barros (Ciduca Barros) estará lançado festivamente, sexta-feira dia 28 de abril, o livro No Banco do Brasil de Antigamente.
O lançamento ocorrerá na sede social da AFABB-RN (Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte), situada à Av. Floriano Peixoto, nº 616, Centro – Natal-RN (por trás do antigo Cinema Rio Grande), no horário de 8h às 13h.
Assim como nos seus livros anteriores, essa nova obra literária do escritor seridoense Ciduca Barros narra as histórias cômicas ocorridas com clientes e funcionários do Banco do Brasil de outrora – inclusive fatos engraçados ocorridos em agências do Banco no Seridó Potiguar (Caicó e Currais Novos).
O livro tem 100 capítulos e mais de 150 causos.
Falando ao Bar de Ferreirinha, Ciduca Barros disse: 
Quando nós, carinhosamente, intitulamos o banco da nossa geração de Banco do Brasil de Antigamente, não estamos querendo fazer um paralelo com o Banco do Brasil de hoje, nem tampouco criar uma polêmica com os seus atuais funcionários, que são tão leais e competentes quanto fomos nós, servidores do passado. Chamamos de Banco do Brasil de Antigamente porque aquele de outrora foi a instituição que nós conhecemos, aquela foi a antiga entidade em que nós trabalhamos por mais de 30 anos e porque foi naquela velha e honrada instituição que vimos, ouvimos, vivemos e vivenciamos centenas de 'histórias divertidas', ocorridas com colegas e clientes. Histórias engraçadas que aconteceram porque o nosso Banco do Brasil de Antigamente era eficiente, social, útil, além de muito alegre”.
O livro custará apenas R$ 30,00 (trinta reais), acrescido de R$ 9,00 (nove reais) se houver custo postal, e poderá ser remetido para qualquer parte do país, com os pedidos efetuados através do e-mail: ciducabarros@hotmail.com

Pergunta e resposta fela da puta


       -O QUE O SACI FALOU PRA

                    NAMORADA?

             -AMOR, FICA DE TRÊS! 
             



Classificado

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Mentira



O casal João Santana e Mônica Moura vai confirmar ao Juiz Moro na delação premiada que pagava ao cabeleireiro Celso Kamura 10 mil reais por mês par dar um trato na imagem de Dilma.

SÓ PODE SER SACANAGEM!dilma veia

Quadrilha

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Filosofia

Fernando Correia



Talvez por ler demais filosofia
aquela adolescente graciosa
ficou feia, ficou triste, ficou fria,
perdeu o fresco encanto de uma rosa.

Afundou-se-lhe o peito em agonia
na arca das costelas de onde a prosa
deu ordem de despejo à poesia
para viver da fama palavrosa.

A vagina se cobriu de estéreis teias,
secamente fodida por ideias,
rejeitando do Amor as ternas artes

e hoje ao vê-la sombria quando passa,
sem cu nem mamas, eu maldigo a raça
dos Kants, Lockes, Hobbes e Descartes.

Lascou tudo

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Dentadas

" Ser bom não é sinônimo de ser idiota. Ser bom é uma virtude que alguns idiotas não entendem."
                                    Caco Dentão

                               

Pra seu governo

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domingo, 23 de abril de 2017

Severino Carestia


Ciduca Barros

Esta história jamais poderia ocorrer nos dias atuais. 
Com estradas asfaltadas e carros modernos e velozes, a impressão que se tem é que as distâncias ficaram reduzidas.
Assim, as pessoas que residem no Seridó podem sair de suas cidades após o café da manhã, resolver os seus assuntos em Natal (ou Campina Grande) e voltar para jantar em casa. Antigamente, sem as condições atuais, a coisa era diferente. O morador do Seridó partia antes do nascer do sol, tomava o café da manhã num hotel qualquer do caminho e, quando muito, conseguia chegar em sua casa noite alta. 
Então, naquela época difícil, um cidadão tinha um pequeno restaurante numa cidade do Seridó onde muitos viajantes, à procura de Campina Grande, faziam suas refeições.  Severino Carestia era o seu nome, que, logicamente, dispensa explicações ao seu apelido. Aquele pequeno comerciante, principalmente para os desconhecidos, botava “pra lascar” nas contas.
Numa bela manhã, quatro sujeitos, que ele não conhecia, entraram no seu estabelecimento e pediram o café da manhã. Comeram e depois pediram a conta, pagaram e seguiram viagem. Seu Severino Carestia, que estava inspiradíssimo naquele dia, superfaturou a despesa. 
Na estrada, um dos viajantes caiu na real e comentou:
– Parece que aquele velho do restaurante nos roubou!
E os demais, depois de refazerem as contas, concordaram. Um deles bolou um revide e explicou aos demais:
– Na volta, vamos assustar aquele explorador. 
Passava das 18h quando seu Severino reconheceu o carro dos forasteiros parando em frente ao seu restaurante. 
Os sujeitos entraram, foram ao banheiro, lavaram as mãos, procuraram uma mesa de canto e, com o cabo dos revólveres à vista, pediram num tom de voz pouco amistoso:
– Jantar reforçado!
Os caras jantaram sempre de cara feia. Pediram outros pratos. Devolveram alguns, sob as mais diversas alegações, ou seja, acintosamente, abusaram. 
Severino, silente, cumpriu todas as reivindicações. Quando terminaram, um deles, alisando o cabo da sua arma, gritou:
– Traga a porra da conta, velhote!
– Já está paga – respondeu Severino, com a voz tremida. 
Os viajantes estranharam. Foi um copo de água fria na cabeça deles. E o mais exaltado perguntou:
– E quem pagou?
Severino Carestia, que não era bobo nem nada, sabendo o que tinha “aprontado” pela manhã e havendo percebido a provocação desde o início, humildemente, respondeu:
– Os senhores, hoje pela manhã quando passaram!

Escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil e colaborador do Bar de Ferreirinha