domingo, 31 de janeiro de 2016

Uma dedada de protesto


Ciduca Barros
Ele era um tradicional fazendeiro do sertão do Seridó. 
Senhor de idade, curtido pelo nosso sol inclemente, pai, avô e bisavô, bom caráter, conceituado, pontual com os seus compromissos, mas muito irreverente.
Naquele ano, o inverno foi um dos mais generosos no Seridó. 
Então, um dia de muita chuva ele ia para a sua fazenda com a esposa, mulher também de certa idade, também mãe, avó e bisavó, quando surgiu um empecilho. 
Já dentro da sua propriedade, apenas a cem metros da casa-sede, um riacho que estava com água impediu o carro de passar, mas daria tranquilamente para atravessar a pé, segundo ele.
– Água que mal chegava à altura dos joelhos – contava ele.
No entanto, a sua sacrossanta esposa recusou-se a atravessar o rio:
– Eu não quero molhar minhas pernas! – explicava.
Ele não concordou com a sua alegação:
– Deixe de frescura, mulher! Levante essa saia e vamos embora!
Ela, firme na sua decisão, apresentou uma alternativa:
– Vá até a casa e traga Antônio (o vaqueiro) para me carregar.
Mesmo achando uma grande besteira, puto da vida, ele arregaçou as calças, atravessou o rio e foi chamar o vaqueiro. 
O velho retornou com o vaqueiro e atravessaram o rio para apanhar a esposa.
Quando ele nos contava esta história, a melhor parte era, para mim, a seguinte, porque ele, no seu modo simples de homem do interior, dizia:
– Daí, lá íamos nós atravessando o rio. Antônio na frente com a velha escanchada nas suas costas e eu, atrás, inchando de raiva e observando aquela palhaçada. Naquele momento, me deu uma revolta tão grande que eu, em sinal de protesto, mandei uma dedada no cu do vaqueiro.
Aquela certeira dedada teve uma consequência desastrosa. 
O vaqueiro, cabra macho do sertão e pai de 10 filhos, com o dedo alheio enfiado num lugar inconveniente da sua anatomia, berrou:
– O que é isso, patrão?
E, ato contínuo, soltou a velha dentro d'água.
Querem saber o que aconteceu com aquela senhora? 
Só foi encontrada 200 metros riacho abaixo. 
Estava viva, mas completamente molhada e com muita água barrenta na barriga.
Escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil e colaborador do Bar de Ferreirinha.

Zé Prativai


De tanto comer carne da JBS Friboi, Tony Ramos virou Zé Maria.

Zé Prativai, especialista em carne com procedência.

Crise de identidade



Luladas

A desgraça da mentira é que você passa a vida inteira contando mentira para justificar a primeira que você contou.

Quando uma cagada resolve

Espantando as Moscas


Sujou

O casal estava num restaurante finíssimo, quando de repente o cara se esconde debaixo da mesa.
O garçom se aproximou e perguntou com ar de preocupação: 
- Perdão, senhora, mas o seu marido está passando mal?
- Não, não! Ele está ótimo! Acabou de entrar no restaurante! 


Criatividade sem currutelo

1- Mate umas moscas, mas com cuidado.
2- Deixe ao sol por 1 hora até secar.
3- Recolha as moscas, pegue lápis e papel...
e deixe a imaginação fluir.

Papo orgásmico

Dois clitóris conversam:
 - Me disseram que você sofre de frigidez. É verdade?
O outro rapidamente responde:
- São as más línguas...

Vem chuva



Dentadas

                "Viajar é uma ótima opção de lazer, mas
                          cagar em casa é excepcional".

                                       Caco Dentão




Novo lero

lp


sábado, 30 de janeiro de 2016

Os perigos do Carnaval

O caba toma todas.
Perde o controle de qualidade e não tem mais nenhum discernimento.
A consequência: ele se apaixona loucamente por uma morena de cabelos escovados, pernas e braços torneados, vestida com um top justíssimo e de mini-saia.
De repente, os dois vão ao mesmo banheiro e olhe o que acontece:


Zé Prativai


Será que Zé Dirceu lavou direitinho antes de ser ‘usado’? Depois, lavou, tá novo!

Zé Prativai, especialista em depoimentos sem pé e nem cabeça e escrivão de conversa fiada.

Aula



Papo de guenga

Três amigas - uma loira, uma morena e uma ruiva - estavam conversando.
A morena diz:
- Quando eu chego em casa, eu descubro se meu dia foi bom quando eu tiro meus saltos e jogo num canto, se eles caiarem juntos é porque meu dia foi bom.
- A ruiva diz:
Eu descubro se meu dia foi bom, quando eu chego em casa, tiro meu chapéu e jogo ele, no cabides, se ele ficar parado sem rodar é porque meu dia foi ótimo.
A loira diz:
- Eu sei, se meu dia foi bom, quando eu chego em casa, tiro minha calcinha e jogo no teto, se ela grudar é porque meu dia foi sensacional!

Recordando


Ladrões, inclusive de galinhas

Rui Castro

Os sociólogos, como sabemos, vieram ao mundo para nos explicar por que as coisas são como são. 
Por isso, outro dia recorri a um deles para me dizer por que, num país tão farto em ladrões, um dos mais simpáticos e poéticos desaparecera: o ladrão de galinhas.
A culpa foi da especulação imobiliária, ele me disse. 
Com a substituição das casas pelos edifícios e o fim dos quintais, acabaram-se os galinheiros domésticos. 
E, sem eles, não pode haver ladrões de galinhas.
Daí minha surpresa ao ler sobre o furto de 25 codornas poedeiras no quintal de uma casa em Selvíria, no Mato Grosso do Sul. 
Um jovem chamado Jocimar, acusado do crime, foi a julgamento e tomou um ano de prisão. 
Nas várias idas e vindas do caso pelo Tribunal de Justiça, Ministério Público e STJ (Superior Tribunal de Justiça), Josimar foi absolvido, condenado e absolvido de novo.
Foi então que me dei conta de que esse caso aconteceu em 2001, mas só agora, chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal), que o finalizou. 
Os ministros Carmen Lúcia e Dias Toffoli condenaram Josimar, mas Gilmar Mendes, Teori Zavascki e Celso de Mello aplicaram o princípio da insignificância e votaram pela absolvição. 
Josimar é hoje não apenas um homem livre, mas o último ladrão de galinhas vivo do país. 
Merecia um estudo.
Na mesma sessão, o STF tomou a decisão histórica de mandar prender o senador petista Delcídio do Amaral, por acaso também do Mato Grosso do Sul, por tentar subornar o ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró, para ele não abrir o bico, e ajudá-lo a fugir para a Espanha.
Nos velhos filmes ingleses e americanos, o sujeito dava um golpe lá fora e vinha se esconder no Brasil. 
Agora é diferente: o sujeito dá um golpe no Brasil e vai se esconder lá fora. 
Preciso achar um sociólogo que me explique isso.

Virou moda

iotti


Luladas

"O governo tenta 
fazer o simples, 
porque o difícil 
é difícil."

Terra de ninguém

ndm


Lembranças

Anna Lima

Divulgo a luz de seu olhar querido
Da tarde nos dourados arrebóis…
E no canto dos pássaros, sentido,
A ternura gentil de sua voz.
E sempre quando a noite além flutua
O mesmo encanto vem me inebriar,
Si fito os raios pálidos da lua,
Si fito as ondas trêmulas do mar.
Da sua imagem plena de beleza
Eu vejo em tudo a meiga suavidade…
Mas nada diminui minha tristeza,
Mas nada diminui minha saudade.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

BAR DE FERREIRINHA - POLÍCIA

Ladrão rouba dinheiro em espécie, deposita o produto do furto na poupança, mas os policiais descobriram a senha e fizeram o saque na boca do caixa.
Abaixo, o momento exato da descoberta e do saque:



Bar de Ferreirinha no verão - Tabatinga

Clube da Luluzinha, ontem, no Cirrozão Beach
Ontem, sucursal do Bar de Ferreirinha em Natal esteve no Cirrozão Beach, condomínio que representa Caicó no litoral sul do Rio Grande do Norte.
Música ao vivo, churrasco, frutas, a cozinha do Seridó e muitos amigos e amigas do Bar, deram as boas vindas à reportagem.
Teve até balão de ensaio político: o Diabo vem aí, era o comentário corrente em todas as mesas, numa referência ao pleito eleitoral de outubro, que vai escolher o futuro prefeito de Caicó. 
Chico Sales informou que a recepção de ontem foi o ponta-pé inicial da operação Seca Freezer.
Hoje, a farra continua com a comemoração do aniversário de Rosimar Lucena: durante o dia todos na área de lazer, e à noite reunião para o jantar oferecido por Sales/Rosimar.
E haja fígado...
As fotos de ontem, você vê abaixo:

Zé Prativai


Na hora em que meteu Napoleão Bonaparte na conversa, Dona Doida mostrou que a loucura pode ser contagiosa.

Zé Prativai, especialista em governantes destrambelhados e vigia de hospício.

A onda é PT

Pergunta e resposta fela da puta

SABE PORQUE O HOMEM CASTIGA TANTO OS JUMENTOS?
INVEJA DO TAMANHO DO PAU DOS BICHINHOS.