terça-feira, 30 de abril de 2013

Caiu na malha fina



Um contribuinte teve a sua declaração recusada pela Receita Federal porque, aparentemente, preencheu uma das fichas incorretamente.
Na relação de 'Dependentes', o homem escreveu:
- 40.000 imigrantes ilegais, 15.000 viciados, 1.600.000 servidores públicos, 150.000 criminosos em nossas prisões, além de uma porrada de políticos em Brasília, nos estados e nos municípios.
A Receita glosou os dados e ele caiu na malha fina.
Incrédulo, ele está se perguntando ainda hoje, último dia para entrega da declaração, faltando menos de oito horas pra acabar o prazo:
- De quem foi que eu me esqueci?

Feriado emendado com o fim de semana

Reus querem fazer leis. Podem?

Ivar Hartmann

Estrela-RS, é uma das milhares de cidades gaúchas espalhadas pelo Brasil. Como tal, no final de tarde, o chimarrão com os familiares ou com os amigos, na frente de casa, é a hora propícia para falar e por em dia os assuntos. É costume secular. Há anos, na roda patrocinada pelo inesquecível Caminha em seu escritório de despachante, um dos presentes tinha atropelado alguém na rodovia. Naquele dia, o momento era a discussão sobre os fatos e o inquérito policial que se iniciara. O atropelador, amigo de longa data, pelas tantas, não mais se conteve ante o que julgava uma injustiça, e sapecou: “E se eu não aceito o processo?” Foi uma gargalhada geral, puxada pelo Odilo Becker, juiz de direito presente. Tão esdrúxula tinha sido a manifestação que o próprio autor também teve de rir. Tinha esquecido o episódio burlesco, até que o Congresso Nacional, onde dezenas de réus deputados ou senadores tem assento, resolveu criar uma lei dizendo que os juízes do Supremo Tribunal não são mais juízes do Supremo Tribunal e sim julgadores cujas sentenças ficam subordinadas aos deputados e senadores.
É engraçado, é ridículo, é estapafúrdio. Não fora um detalhe: são os mesmos parlamentares que querem tolher a ação dos Promotores de Justiça. Será o mundo que pediram a Deus: os promotores não poderão ajudar nos inquéritos contra os poderosos; os juízes que os julgarem terão acima de si os réus para dizer se aceitam ou não a sentença ou o processo. O autor inicial da ideia, lá em Estrela, deve estar exultante. Saber que os cidadãos probos que riram de sua proposta, não sabiam que em futuro não tão distante, seria possível sim, desde que os réus fossem parlamentares desta incrível República, decidir se querem ou não ser processados. Da mesma forma, se querem ou não que os patrocinadores de suas campanhas políticas, grandes empresas nacionais ou conhecidos delinquentes, possam ser investigados, processados e condenados. Na verdade, o STF tem se pronunciado sobre assuntos que deveriam ser decididos pelo Congresso, pela pouca produtividade dele, Congresso. O Executivo tem criado Medidas Provisórias em penca, pelo mesmo motivo: a lerdeza e a politicagem que corroem o Congresso. Dos três poderes da República, pelo julgamento da população, é o pior e o menos confiável. Não fazem o que devem e tentam atrapalhar os que fazem o que devem.

Aumentou


Qualidade de vida do brasileiro

Congresso submete decisões do supremo a Caetano Veloso

Por Piauí Herald
– Eficiente como uma Paula Lavigne legislativa, o presidente da Câmara, Henrique Alves, apresentou uma solução para pôr fim ao atrito entre os poderes judiciário e legislativo. “Submeteremos todas as decisões do Supremo ao juízo elegante de Caetano Veloso. Não há assunto nesta terra sobre o qual o vate popular não tenha uma opinião justa e abalizada”, explicou Alves, ressalvando que, pelo acordo, Gilberto Gil e Carlinhos Brown estão impedidos de prestar consultoria a Caetano. A informação trouxe grande alívio ao plenário, e provocou a adesão imediata de José Genoino, que de pronto solfejou: “Agora sim. Tudo certo como dois e dois são cinco.”
“O Supremo transformou o mito das raças impunes / Em Genoinos, Dirceus e Delúbios, e a coisa toda / Joaquim Barbosa é foda”, anunciou Caetano, dando o tom de sua gestão. Em seguida, julgou cafona o novo Maracanã, absolveu Mangabeira Unger, condenou Marco Feliciano a ir a um show de Daniela Mercury e deu ganho de causa à ação movida por Lobão, na qual o roqueiro demonstra que “Caetano é o magistrado mais careta desde a invenção do Judiciário”. Antes de cada veredicto, lembrou a situação de abandono em que se encontra o Pelourinho.
No final da tarde, a Comissão de Centralização de Poder (CCP) aprovou PECs que versam sobre a obrigatoriedade de Felipão submeter suas próximas convocações ao Congresso. “Já era senador quando o Brasil perdeu aquela final para o Uruguai na Copa de 50. Não posso me omitir novamente”, declarou José Sarney, negando ter defendido uma emenda que garante doze cargos na CBF para o PMDB. “São só onze”, esclareceu.

TPM é foda



5 ministros de Dilma em Timbauba no próximo sábado

Cinco ministros estarão no próximo sabado (04), em Timbauba dos Batistas, para uma série de audiências com os prefeitos da região do Seridó. A iniciativa faz parte de uma programação que vem sendo cumprida em vários Estados. Os ministros estarão nas instalações da Universidade de Timbauba dos Batistas (UTB).Eles vão receber os prefeitos individualmente, ocasião na qual poderá ser discutida a execução de projetos prioritários para o Governo Federal. As reuniões forma articuladas pelo empresário Bibica Di Barreira e pela ministra Ideli Salvatti...

A vida como ela é



Mulheres estressadas tem mais tesão


Mulheres mais estressadas têm onze vezes mais vontade de fazer sexo, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Timbauba dos Batistas (UTB). A pesquisa avaliou 1.969 mulheres entre 21 anos e 47 anos de idade. Segundo a pesquisadora, Joaquina Rythe Batista, o sexo feminino é capaz de qualquer coisa em busca de umazinha. Quando uma mulher busca um paquera e não acha, ela pega um pão, tira o miolo e enche de açúcar ou faz uma calda de açúcar e põe em cima do macarrão para matar a vontade. A explicação está relacionada a dois hormônios que agem no cérebro. O açúcar, por exemplo, libera serotonina, hormônio do prazer.

A saúde vai bem no RN

AUTO_pelicano

Curiosidade

Por Líria Porto...

O palavrão é uma palavrinha de duas letras
sem acento mas com assento em algum lugar
onde o sol não bate
(dizem que o de bêbado não tem dono - será?)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Bibica apoia fim da reeleição a partir de 2018

Empresário Bibica Di Barreira conversou com o senador Aécio Neves
O empresário caicoense e pré-candidato a Presidente da República pelo Partido do Bar de Ferreirinha (PBF), Bibica Di Barreira, telefonou hoje cedo para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para dar apoio à sua ideia de apresentar proposta de emenda constitucional acabando com a reeleição e instituindo mandatos de cinco anos para ocupantes de cargos no Executivo. 
Os dois potenciais candidatos à Presidência concordaram que a mudança seria o início de uma ''boa reforma política'', mas não trataram de detalhes de como será encaminhada.
Bibica disse ao tucano que externava sua opinião pessoal, mas que vai levar a discussão ao partido. 
Para o Bibica, a mudança, se aprovada agora, deveria valer a partir de 2018.

Namorado com segundas intenções

Um cara batendo papo com sua namorada diz:
- Amor se você fosse acampar um dia, e acordasse de madrugada totalmente nua e com a bunda cheia de vaselina, toda vermelha e ardendo, você diria isso pra alguém?
- Você está louco, claro que não! Que papo furado é esse?
- Quer ir acampar amanhã?

Quando você é atendido pelo SUS

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Bomba no avião

acido

Chapada

chapadona

Entrega


Por Camila Sintra...

Um beijo desce pelo corpo
passeia pelas pernas
beijando cada dedinho do pé
sobe pelas curvas das ancas
deslizando no meio das nádegas
serpenteando pelas costas acima
até atingir a nuca
afastar teus cabelos
tornear tuas orelhas
buscando teus lábios abertos.

Encontro de línguas em fogo
e mãos que descem aos seios
teus mamilos em minha boca
teu arfar em meu coração
minha alma em teus braços.

No meio de tuas pernas
o cheiro perfumado do prazer
atrai meu encaixe que busca
tua entrada que acolhe
sem pensar em mais nada...

Inócua

Uma placa dessas não dá o menor 
ibope lá em Brasília, concorda?

Caicoense tem o apoio de Dilma para assumir cargo na ONU

O Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, confirmou hoje que o caicoense José Almino Filho, de 60 anos, irá para a etapa final da eleição para o cargo de diretor-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). 
José Almino concorre com o candidato do México, Herminio Blanco. 
A decisão final é esperada para o dia 29 de maio. 
O novo diretor-geral da ONU tomará posse em 31 de agosto, substituindo o francês Pascal Lamy.
José Almino é cientista e astronauta e ocupa desde 2008 o cargo de representante permanente do Brasil na ONU. 
Herminio Blanco é economista e ex-ministro de Comércio e Indústria do México. Independentemente do eleito, será a primeira vez que o órgão será comandado por um latino-americano.
Na eleição da ONU, cada um dos 159 países que integram o órgão vota no nome de sua preferência. A escolha é feita em três etapas. 
Inicialmente, todos os candidatos concorrem. 
Para a segunda etapa, encerrada na semana passada, ficaram cinco candidatos e, agora são dois na disputa final.
O processo de escolha do diretor-geral é conduzido de tal maneira que se obtenha um nome de consenso.
Desde o lançamento de sua candidatura, em 19 de maio de 2012, José Almino foi à Europa, à América Central, ao Caribe e à África, assim como à Ásia, à América do Norte e ao Oriente Médio.
"Nós estamos muito empenhados nessa candidatura. O candidato José Almino reúne todas as qualificações",disse a presidenta Dilma.


domingo, 28 de abril de 2013

Seu Ernesto

A partir de hoje, o Bar de Ferreirinha passa a contar com a colaboração do caicoense e cliente Ciduca Barros, escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil, especialista na alma interiorana, observador e pesquisador dos causos que se passaram nos mais distantes rincões, e que dão sabor à vida.
Ciduca é filho do saudoso Manoel de Neném, sinônimo de irreverência, Carnaval e bom humor, que fez história em Caicó com as suas presepadas, e que também serão revividas aqui.
Ele é autor dos livros Os super-herois, Nosso banco alegre e útil, Cinquenta contos, Trapalhadas bancárias e Minha Gente Engraçada do Seridó, livro de onde o Bar de Ferreirinha adaptou a história abaixo pra divertir os seus milhares de bêbados, e que dá nome à colaboração semanal que Ciduca fará aqui.
O fato ocorreu em Currais Novos, a Princesa do Seridó, cidade que também acolheu Ciduca nas suas andanças pelo mundo como funcionário do Banco do Brasil:
Seu Ernesto
Ciduca Barros


Todos conhecem as famosas e divertidas histórias do intolerante seu Ernesto, taxista do passado em Currais Novos.
Essa foi narrada por um dos seus filhos ao meu pai.
Seu Ernesto, já velho e bastante doente, estava sentado no penico para satisfazer necessidades fisiológicas, amparado pelo filho e esposa.
- Terminou, papai? - perguntou o filho após alguns minutos.
- Ele terminou - respondeu a mãe do rapaz.
Ernesto nada respondeu.
- O senhor terminou, papai? - o rapaz voltou a perguntar.
A esposa, querendo ajudar, respondeu novamente:
- Ele terminou, filho!
O rapaz, querendo mesmo a confirmação, insiste:
- Terminou, papai?
Mesmo moribundo, mas com a veia do bom humor ainda viva, seu Ernesto foi buscar forças no íntimo da sua "tolerância zero", e mandou:
- Meu filho, pergunte à sua mãe, porque parece que é ela quem está cagando!

Agora posso contar


28 de abril de 2013
Agora posso contar

Terça-feira passada, quase meia noite, recebi telefonema de amigo radicado no Rio de Janeiro, transmitindo-me a triste notícia do falecimento do nosso amigo comum Alfredo Félix Nogueira, acorrido em Brasília no dia anterior. 
Alfredo, amizade que acrescentei ao meu círculo de pessoas que considero verdadeiros anjos da guarda, havia mais cinquenta anos, era aposentado do serviço público federal como antropólogo do Ministério da Educação e durante mais de 30 anos estudou e pesquisou a vida de índios e de grupos nômades em várias regiões do Brasil. Trabalha ultimamente no vuluntariado de uma ONG que dá assistência a populações indígenas.
Em 2004 esteve em Natal, onde mora uma irmã sua, oportunidade em que o acompanhei até Caicó para que conhecesse de perto o mosteiro das clarissas.  Era devoto fervoroso de São Francisco de Assis e Santa Clara, devoção que originou o nome de sua única filha, Franciele Clara Nogueira, professora universitária atualmente residente em Brasília. 
Alfredo foi casado com Rita Leocádia Nogueira de quem era viúvo desde 1995.
Conforme tenho mencionado em minhas histórias publicadas neste blogue, ofereceu-me muitos subsídios e roteiros preciosíssimos para o meu acervo de lendas e contos populares, especialmente a respeito dos ciganos nordestinos.
Já viúvo, em encontro no Rio de Janeiro, contou-me  suas recordações trágicas a respeito das mulheres que amou na vida.
Rita, viúva com quem casou e conviveu quase 40 anos, morreu no Rio de Janeiro atropelada por automóvel, cujo motorista nunca foi identificado. Quando se casaram Rita já criava um menino, que estava com seis anos, filho do seu marido do primeiro casamento com outra mulher (Isaura Lucano), concebido quando ele ainda era solteiro. Aconteceu que dois anos após o primeiro casamento de Rita, a mãe de Rodrigo, este era o nome da criança, assassinou o ex-amante (Rodrigo Queiroz Ramos) e, no mesmo instante, se suicidou!  
Rodrigo, sobrevivente da tragédia dos pais biológicos, foi criado e educado por Rita e Alfredo. Tornou-se advogado e é o marido de Franciele, sua irmã de criação!
A primeira namorada de Alfredo chamava-se Juliana Araújo. Tinham pouco mais de vinte anos de idade quando noivaram, em Campina Grande, Estado da Paraíba, terra natal dos dois, mas meses depois Alfredo resolveu romper o noivado e ir para o Rio de Janeiro.
Alguns anos depois, no Rio de Janeiro, apaixonou-se por Maria Rosa Silva, carioca lindíssima e muito inteligente, que nunca tinha namorado e estava querendo casar o mais rápido possível. Mas Alfredo, mesmo seguro da forte situação financeira da moça, filha de pais ricos e muito bem empregada no serviço público federal, não tinha emprego fixo nem dispunha de economia alguma que o encorajasse a casar. Caiu fora. Do dia para a noite sumiu do Rio e foi morar em João Pessoa sem dar satisfação alguma à moça!
Em João Pessoa namorou muito tempo com Lúcia Soares Bastos. Já com suporte financeiro suficiente e bem de vida estava disposto a casar com Lúcia, quando esta rompeu o namoro, para, pouco tempo depois casar com viúvo, rico comerciante de tecidos.
Nos últimos cinquenta anos Alfredo morou em Brasília. Depois que enviuvou resolveu pesquisar o rumo que a vida tinha imposto a suas ex-namoradas, resolvido mesmo a procurá-las pessoalmente para uma conversa franca sobre esse passado e de como decorrera a vida de cada um ao longo dos anos seguintes.
Pretendia deixar escrito esse capítulo da história de sua vida, o que não fez, mas conseguiu registrar informações que agora publico com a devida autorização da filha.
Foi a Campina Grande, onde se encontrou  com o casal Manoel Afonso de Araújo e Elvira Lima de Araújo, ele irmão de Juliana Araújo, muito doente, demente, incapaz de fornecer informações seguras. Dona Elvira, entretanto, muita ativa e culta, sabia de tudo e prontificou-se a colaborar.
Juliana morreu em 1997, Mal de Alzheimer. Enquanto teve discernimento e sempre que tinha oportunidade referia-se ao grande amor de sua vida que a tinha abandonado sem motivo ou dar explicações. Morreu na esperança de um dia encontrar-se com Alfredo para perguntar-lhe a razão do seu procedimento.
Juliana teve vários casamentos (4) e, ao que parece foi muito infeliz em todos eles. No primeiro apanhava do marido, que morreu afogado; no segundo, separou-se porque o marido era "um namorador compulsivo, não conseguia viver com uma mulher só"; o terceiro saiu de casa, alegando incompatibilidade de gênios; e o último voltou a conviver com a mulher legítima que abandonara para amasiar-se com Juliana.
Não teve filhos, e, ao que parece, nunca encontrou a felicidade. Morreu aos 62 anos de idade. (Continua na próxima semana)
Procurador federal e ex-prefeito de Caicó - www.culpoblogue.com

Coisa de admirar


De Jesus de Rita de Miúdo, o blogue recebeu mais uma colaboração com o seguinte encaminhamento:
Robertão,
O velho Moacir Lucena, caicoense arretado e assíduo leitor do Bar de Ferreirinha, enviou-me a foto abaixo me perguntando o que eu achava. 
Daí, nasceu a glosa que envio depois de revisada:

MOTE
Um cachorro motorista
É coisa de admirar 

GLOSA 

Pois eu limpei bem a vista
Vi ante a faixa, parado
Dando passagem, educado
Um cachorro motorista.
E antes que alguém insista
Que eu desviei meu olhar
Vou logo argumentar
Pelas ruas de Natal
Um cão assim, tão boçal
É coisa de admirar.

Sangria do Itans aumenta a cada minuto

açude caninde

Estatística



Informação que consolida de vez o inverno

Como surgiu o 
chapeu de cozinheiro

Durante a Idade Média, na França, o trabalho de cozinheiro era visto com tanta importância que eles recebiam um título militar, o de officiel de bouche (oficial da boca). 
Dentro da hierarquia da cozinha, os chapeus brancos de alturas variáveis foram adotados para identificar o posto exercido por cada um. 
Enquanto o chef usava sempre o mais alto de todos, os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné.

Bibica se reune com o presidente da Confederação Nacional de Turismo

A ampliação dos investimentos no setor turístico foi o tema da conversa entre o empresário Bibica Di Barreira e o presidente da Confederação Nacional de Turismo (CNTur), Nelson de Abreu Pinto. 
Di Barreira apresentou algumas propostas que tem defendido para garantir o desenvolvimento do setor no Seridó, principalmente, no que diz respeito à capacitação dos profissionais que atuam nesse mercado.
“Precisamos imprimir um caráter mais profissional ao atendimento dado aos turistas. Não basta ser cortês, é preciso capacitar os profissionais para que eles possam superar as exigências desse setor” afirmou Bibica.
O presidente da Confederação também apresentou o trabalho que está sendo realizado com foco nos grandes eventos esportivos que serão realizados no país e demonstrou apoio ao projeto de Bibica que defende a capacitação dos profissionais que atuam nessa área.

Cachorrinho fela da puta



A importância do beijo

Conversando  com um amigo, entrou no papo um amigo comum, advogado, que há muitos anos se mudou para Natal.
Com o tempo, separou-se da esposa e, depois de outro tempo, ele com 56 anos, encontrou sua nova cara metade, uma bela gata loira de 20 anos e com tudo em cima.
Certo dia, em um bar, encontram um casal de advogados, ex-colegas de turma e sentam  para comemorar.
O amigo ficou impressionado com a gata e, quando as esposas foram ao banheiro, não se conteve e perguntou como ele conseguira a proeza de estar com uma gata daquelas.
O amigo, com a maior calma do mundo, disse:
- Para manter um bom relacionamento, com uma gata dessa, o importante é onde você a beija.
- E onde é que você beija?
Sem perder a compostura nosso amigo informou:
- Em Lisboa, Londres, Roma, Veneza, Nova Iorque, Timbaúba dos Batistas, etc.

Outro chute na bunda

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