segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sou inocente das acusações!


Por Lauro V. Affamato...


Por meio desta coluna, declaro que meu relacionamento com os políticos que foram  julgados por corrupção em Brasília nunca foi além do social. Não tenho e nunca tive qualquer atividade comercial ou profissional com eles.Faço essa declaração porque meu nome está sendo usado indevidamente, e por motivos torpes e inconfessáveis, como sendo parte do grupo que praticou tantos crimes.
A última vez que estive com J.D., um dos líderes dos acusados, foi num coquetel oferecido pelo presidente de uma agência governamental para comemorar a venda de armamentos e veículos militares, em número de dois mil cada um, no valor de 50 bilhões de reais, a um grupo de dissidentes que lutam contra o presidente da Síria.
Essas informações me foram dadas durante o coquetel pelo líder dos dissidentes, Saleh Far Qabih, um velho amigo dos tempos da guerra no Líbano e uma das peças chave para que os americanos localizassem e matassem Osama Bin Laden.
Foi exatamente por trás dessa transação comercial que os federais (aproveito para enviar um forte abraço ao delegado Juan Robledo de Garcia, outro amigo de ouro) descobriram negócios paralelos, caixa dois e formação de quadrilha no total de 3 bilhões de reais.
Por causa desse inocente coquetel, fui intimado a depor como testemunha e desde então meu nome circula, ora como suspeito, ora como participante da corrupção. Um absurdo, que repudio com todas as forças e que faço questão de esclarecer por intermédio do meu advogado, o grande Patrício Alcobaça Jardim, cuja amizade e nobreza de caráter vão ao ponto de nunca me cobrar honorários. Que os leitores me perdoem por publicar aqui tema tão pessoal. Mas a verdade tem de ser dita.

Um comentário:


  1. perguntar num ofende:
    quem é esse zé ruela ?
    kk

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