quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Troca turca

Uma linda garota de 20 aninhos, loirinha de olhos azuis  entra na loja do Salim e pergunta o preço de um belo tapete.
- São 400 reais.
- Mas moço, eu só tenho 300,00. Venda por 300,00, vai!
- Não tem como, moça. Esse tapete me custou quase isso!
- Ah, moço! Venda pra mim...
- Não posso...
E apesar da longa choradeira da menina o turco não baixou o preço, mas fez uma proposta:
- Se você aguentar uma rapidinha em cima desse tapete, pode levá-lo de graça.
- O que? O sr. quer dizer fazer sexo?
- Exatamente! Se você der pra mim em cima do tapete, ele é seu de graça, mas tem uma condição: não pode peidar!
- Tá bom, eu topo. Eu quero muito esse tapete.
O turco foi lá fora, deu uma olhada para os lados e fechou a porta da loja.
A gatinha já estava peladinha em cima do tapete. 
Quando o turco baixou as calças, apareceu uma chibata que parecia uma tromba de elefante, a cabeça quase batia no joelho do animal, mole: era bem dotado mesmo. 
A moça arregalou o olho, mas o negócio já estava combinado.
O turco se posicionou e quando deu a primeira encostada com força, ela gemeu, suspirou e... peidou!
A pobre voltou pra casa chorando, desesperada, nada lhe consolava, contou a história para sua mãe, que tomou as dores:
- O que? Eu vou lá e vou resolver isso. Vou trazer esse tapete. É uma questão de honra!
Foi até a loja, o turco fez a mesma proposta, e alertou:
- Não pode peidar! 
E foi só o turco encostar o 'mandiocão' que a mulher prendeu a respiração, mordeu o lábio e… peidou.
Ela voltou pra casa chorando, lamentando, xingando o desgraçado.
A vovó ouviu toda a história e disse que esse era um problema para ela resolver.
E foi lá pra loja do turco. 
Após uma hora, mais ou menos, lá estava chegando a velha, carregando o tapete enrolado no ombro.
A mãe e a filha fizeram a maior festa, pulavam alegremente e felizes perguntaram como ela havia conseguido.
Ela respondeu:
- Consegui nada! Tô trazendo só pra lavar. Me caguei toda!

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