quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Na sacada

Leitora que se assina  como Quenga, manda mais uma história picante para o Bar de Ferreirinha.

Dividimos a excitante experiência dela com todos vocês.

Confiram:

"Sexta a noite saí do trabalho, arrumei minhas coisas e parti para um final de semana recheado de sexo.
Sim, o sexo era maravilhosamente promíscuo, cheio de besteiras, desejos, vontades do nada.
Ele morava no primeiro andar de um prédio, numa rua relativamente movimentada.
Estava fumando na sacada, enquanto conversávamos um pouco.
No MSN dias antes, em um desses papos "calientes" entre pessoas que se relacionam, ele havia me confessado um forte desejo: fazer sexo oral ao ar livre.
Fiquei com aquilo na cabeça.
Desejo de homem meu, É ORDEM!
Se tem um lugar que não existe 'frescura, é no sexo.
Enfim, acho que vocês perceberam que eu tenho o vício de provocar os homens, excitá-los pra mim é como respirar, é saber que ele está ali, vivo, demonstrando tudo o que quer de mim naquele momento.
Sentei no tanque de lavar roupa e abri as pernas, coloquei-o entre elas e comecei a beijá-lo enquanto estavamos ali.
Minhas mãos percorriam o corpo dele verozmente, ainda bem que no dia eu havia "cortado as garras".
Beijei-o durante muito tempo até sentir o pau dele duro no meu corpo.
Quando percebi, logo coloquei a mão dentro do shorts dele, e comecei a acariciá-lo.
Nem sabia se havia mais alguem em casa naquele momento.
Mas nós geralmente ficavamos sozinhos.
A sacada não tinha proteção, e provavelmente alguém poderia ter uma boa visão e ver os amassos da rua, e essa era a grande diversão do momento.
Resolvi realizar a fantasia do garoto.
Fiquei de joelhos e chupei-o, por um tempo consideravel ali mesmo.
Me excitei com a situação, e debrucei na sacada, pedindo que ele penetrasse ali, atrás de mim.
Era só abaixar a minha calça e pronto!
E não é que ele fez o que eu pedi?
Eu via a movimentação da rua, enquanto transava na sacada!
As pessoas gritavam nossos nomes e não sabiam o que realmente estava acontecendo naquele momento.
Mas começou a ficar arriscado e nós tinhamos um compromisso.
Então resolvemos parar sem gozar mesmo.
Pelo menos ali.
Fomos para o banho, e lá, sim, transamos de verdade, nos arrumamos, saímos para beber.
Seria uma noite e tanto.
Ele lembra até hoje dessa chupada na sacada.
Muito mais do que eu.
Foi algo realmente marcante para ambos."

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