terça-feira, 25 de novembro de 2014

Que fazer com as empreiteiras?


Ivar Hartmann

Este grupo de empreiteiras comandadas por patifes vem sugando o povo brasileiro desde ao menos o tempo da construção de Brasília. Assim passaram por JK, governos da ditadura, FHC, Lula e chegaram a Dilma. Nesta caminhada enriqueceram, roubaram nas obras públicas federais e estaduais, colocaram materiais inadequados, superdimensionaram preços, diminuíram as condições de durabilidade das estradas, faturaram produtos não colocados nas estradas, etc. Certo estarem na cadeia e ficar na cadeia. As indenizações que pagarão devem chegar à casa dos bilhões. As condenações em dezenas de anos, para cada vigarista presidente, diretor, político, parlamentar ou quem quer que seja que usufruiu do dinheiro dos brasileiros que pagam impostos, para meia dúzia de safados usarem o seu suor para viver como xeiques árabes. Tem que haver um movimento para tornar a vida deles difícil no Brasil. E, como não podem mais sair do país, terão de conviver com a repulsa popular, esconder-se nos aeroportos, ver as esposas e amantes irem embora porque o dinheiro acabou. 
Ainda na Petrobras, os canalhas roubaram o dinheiro de mais de 300 mil pessoas humildes que acreditavam na empresa, usaram seu FGTS para comprar ações a 100 reais que agora valem 12. Merecem algum tipo de perdão ou beneplácito? Não. Seus advogados devem estar ganhando milhões para soltá-los e poderem ir ao encontro do dinheiro escondido. O STF tem sido firme: devolvam o que roubaram, contem como fizeram e quem ajudou, indiquem quem mais levou. Aí conversamos. E a Dilma? Fez uma estrada chamada Rodovia do Parque, na região metropolitana de Porto Alegre. O TCU denunciou superfaturamento. Nem um ano inaugurada, e já está cheia de remendos, falhas, piso em desnível, etc. Uma das empreiteiras - que casualidade - chama-se Queiroz Galvão. A mesma da Petrobras! E que agora ganhou da Dilma 100 milhões a mais do que o preço real, para fazer uma ponte sobre o Rio Guaíba. E mais os aditivos ao longo da construção. Ganham fácil, roubam fácil, constroem porcarias e repartem os lucros. Alguém é bobo de pensar que dão 3% para o PT, 3% para o PMDB e não ficam com nada por fora? O DNER era um ninho de corrupção. Porque a Receita Federal não vai atrás dos ex-ministros, diretores e familiares para ver se o que possuem é compatível com os salários que ganhavam? Não! É mais fácil tirar do contribuinte comum.

Dentadas

"RESSACA É A VINGANÇA DO CORPO POR VOCÊ NÃO TER
SIDO CAPAZ DE CONTINUAR BEBENDO".
                                                                             *Caco Dentão*

Eles & Elas

Foto


Piadinha cu de galinha

O sujeito foi pular de paraquedas. 
Na hora que ele olhou da janela do avião
tudo pequenininho lá em baixo, rapidamente
foi até a cabine e perguntou:
- Capitão! Como é que faz pra abrir esse paraquedas?
- Você puxa essa cordinha escrito "Nº1", aí.
- Mas e se a cordinha Nº 1 falhar?
- Aí é só você puxar a cordinha Nº 2.
- E se a cordinha Nº 2 falhar também?
- AÍ VOCÊ RECLAMA COM O FABRICANTE DEPOIS!

Beleza

Foto


Jogo gostoso

Foto: DUVIDO VC NÃO MORRER DE RIR COM ESTE VÍDEO: goo.gl/BrUzqL

CURTA: Frases Sacanas


Paixão é foda

Foto


Fatalismo

Por Manuela Amaral...



Amo o que em ti há de trágico. De mau.
De sublime. Amo o crime escondido no teu andar.
A tua forma de olhar. O teu riso fingido
e cristalino.

Amo o veneno dos teus beijos. O teu hálito pagão.
A tua mão insegura
na mentira dos teus gestos.
Amo o teu corpo de maçã madura.

Amo o silêncio perpendicular do teu contacto
A fúria incontrolável da maré
nas ondas vaginais do teu orgasmo.

E esta tua ausência
Este não-ser quem é.

Velhinho romântico

Foto


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Haja buraco!

Você, Tom & Jerry

Foto


Belo romance

Foto


Contas

Foto


Inútil

Foto


Recadinho

Foto


Verbo

Foto


Pense numa fuleiragem

Foto: viia=> Ta Serto Tiô


Piadinha cu de gato

Foto


domingo, 23 de novembro de 2014

Seu Lunga, o Rei do mau-humor, vai pro ceu


Joaquim dos Santos Rodrigues, mais popularmente conhecido como Seu Lunga, morreu ontem aos 87 anos. 
Ele lutava contra um câncer de esôfago e estava internado no Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, no interior do Ceará. 
Seu Lunga: tolerância zero a pergunta besta
Vendedor de sucata e repentista, Seu Lunga ficou famoso pelos seus ‘causos’ – todos negados por ele –, os quais o fizeram ser conhecido como “o homem mais bruto do mundo”. 
O temperamento forte sempre foi sua marca registrada. 
“Eles (os cordelistas) ficam falando da minha pessoa, dizendo o que eu não sou”, afirmou, em entrevista ao jornal O Povo em 2009.
Um perfil no Twitter tratou de imortalizar as histórias que levavam o nome de Seu Lunga. 
Nas redes sociais, foram prestadas muitas homenagens ao ícone nordestino.
O corpo de Seu Lunga repousa no Cemitério do Socorro, em Juazeiro do Norte.
Abaixo, o Bar de Ferreirinha publica algumas estórias atribuídas a Seu Lunga, inclusive a mais recente, da chegada dele ao ceu:

Seu Lunga, na lanchonete:
- Traz um leite aí pra mim.
- O senhor quer na xícara.
- Não. Jogue no chão e traga puxando com um rodo!

O filho apanhando de Seu Lunga:
- Tá bom pai, pelo amor de Deus, tá bom!
Seu Lunga:
- Tá bom? Pois quando tiver ruim diga que eu paro!

O cobrador chega na entrada da sucata de Seu Lunga, e anuncia:
- Seu Lunga, a promissória venceu.
- Por mim pode ter vencido, perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória.

Seu Lunga cortava um limão e uma gota cai direto no olho. 
O filho perguntou:
- Ardeu, painho?
- Não, mas agora vai arder muito.
E começou a esfregar o limão no olho

Na porta do céu, São Pedro ao receber Seu Lunga, comentou:
- O senhor, já veio?
Ele respondeu:
- Não. Vim passar o Natal e depois volto!

O boi de serviço




Ciduca Barros
Esta historieta aconteceu quando nós trabalhávamos na agência do Banco do Brasil de Currais Novos (RN), a Princesa do Seridó.  
Estávamos na década de 1960, em plena época da contratação de empréstimos de custeio agrícola. 
Com a agência carente de funcionários, e com a grande demanda de empréstimos, não nos era possível atender com a presteza e a rapidez que o período chuvoso exigia. 
Isto, naturalmente, ocasionava muitas queixas da clientela rural, uma vez que, em muitos casos, alguns eram obrigados a voltar ao Banco várias vezes. 
Achávamos até natural as reclamações dos mutuários, porém não estávamos preparados para a reação de um deles. 
Mínis e pequenos agricultores do nosso árido Seridó não tinham (e acredito que ainda não têm) acesso aos tratores agrícolas. 
Quem supria (e acredito que ainda supre) a falta daquelas máquinas eram os bois de serviço. 
O boi, para aqueles que não sabem, são touros castrados usados na lavoura e no transporte de carga. 
Portanto, são animais utilíssimos para o campo. 
Naquele ano, apesar das dificuldades operacionais, financiamos diversos bois de serviços. 
E lembramos que, certo dia, um mutuário disse algo para os demais no balcão, que ouvimos, de relance, mas esquecemos logo depois:
– Se o Banco do Brasil financiar o meu boi de serviço vou prestar uma homenagem aos seus funcionários. 
Passado o inverno, decorrido o prazo da entressafra, eis que começaram a chegar os laudos das fiscalizações dos empréstimos. 
E um daqueles laudos, chamou a nossa atenção. 
Ali o nosso fiscal consignou: “o mutuário adquiriu um boi de serviço, mestiço de Zebu, de cor marrom, com cerca de quatro anos de idade, que atende pelo nome de Bancário”.
Qual foi o mutuário? Justamente, aquele que afirmou que faria uma homenagem ao laborioso quadro funcional do Banco do Brasil. 
Aquele singelo ato de consideração nos deixou realmente sensibilizados. 
Alguém que presenciou a nossa incansável labuta, reconhecendo o nosso ingente esforço, resolveu, da sua maneira simples e humilde, nos prestar uma justa homenagem. 
Sintetizando: um boi, símbolo de força e trabalho (apesar dos chifres!), chamava-se Bancário.
Todos nós pensávamos assim até o homenageante voltar à agência para receber mais uma parcela do seu empréstimo agrícola. 
Um dos homenageados, ainda ufanado pelo justo preito, perguntou-lhe por que ele resolveu chamar o seu boi de “Bancário”.
E a sua resposta veio como uma bomba, para todos nós:
– Ele se chama Bancário porque eu nunca vi um bicho tão preguiçoso! 

Dois apostadores dividem os 135 milhões da Mega

Duas apostas acertaram os seis números do sorteio 1.655 da Mega-Sena e vão levar, cada uma, R$ 67.657.559,48. 
Segundo o site da Caixa Econômica Federal, os dois ganhadores são do Rio de Janeiro e de Cianorte (PR).
O valor total de R$ 135 milhões para as seis dezenas foi o maior prêmio da história dos concursos regulares 
As dezenas sorteadas ontem, em Macatuba (SP), foram: 07 - 24 - 28 - 46 - 53 - 56.
A quina teve 704 acertadores e cada um vai levar R$ 16.384,73. 
Já a quadra pagará R$ 415,95 para cada um de seus 39.616 ganhadores.
A estimativa para o sorteio 1.656, a ser realizado na quarta-feira, dia 26, é de prêmio de R$ 2,5 milhões.

Dentadas

NINGUÉM ARRUMA UM QUARTO TÃO LIGEIRO QUANTO UM CARA QUE MORA SÓ, PRESTES A COMER A NAMORADA.
CACO DENTÃO

Mente de liso é iluminada

Foto: a mente iluminada do pobre!!!

Ligação fela da puta

Foto: E A ROLA TODA?

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK',

Procurando emprego

Foto: Curta: Madrugadão 

Curta: É tão besta que é legal

A vida como ela é

Foto


Euzinho

Foto: Marque aquela gatinha que vc está afim!!

Deu errado

Foto: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'