quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Fala Eurico

Eurico Miranda Vasco zoação


E agora?



Só lero



A próxima Copa é nossa


Aprenda

Nosso refúgio

Por Lady Elle...


Quero tua língua úmida
Vem... e me beija
Lambe o meu pescoço
Desce pelo meu corpo
Me arrepia, me deixa louca
Desperta o meu desejo,
Desperta o meu tesão
Beija-me gostoso na boca
Que eu desço pelo teu corpo
Devagarinho, sem pressa
Beijo teus seios
Tua ventre e umbigo
Te provando todinha
Deixando-te louca e alucinada
Meus lábios passeiam e procuram
Pelo teu íntimo e teu segredo
Encontro uma fruta gostosa, deliciosa
Que me estremece de desejos
Nossos corpos se encontram
E em nosso refúgio, a nossa cama
Queremos prazer
Sedução e paixão
Temo caprichos
Desejos e vontades
Nos damos o amor
O prazer e o gozo
Somos mulheres
E nos completamos!

Pobre

12-coisas-de-pobre


Dentadas

"Uma manhã de arrependimento é bem melhor que uma noite de solidão".
*Caco Dentão*

Tá explicado

ppac


Plano pra gastar o décimo



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O carão do Barba

AUTO_marcoaur


Piadinha cu de matuto

Durante a realização de exames de rotina, a enfermeira, jovem e bonita, foi coletar o sangue do paciente, um matuto da cabeça chata e bucho de soro.
Quando pegou no braço, disse:
- Vixe, ele é todo duro.
- Ele tem 60 anos, enfermeira - informou a esposa, que acompanhava o matuto.
- Mas ele é todo duro - insiste a enfermeira.
- E eu já disse: ele tem 60 anos! - repetiu a esposa.
A enfermeira continuou falando na falta de mobilidade do matuto, e a mulher dele esclarecendo que o caba já era idoso, até que o próprio paciente interfere:
- Enfermeira, eu sou 'quase' todo duro: umas coisas amoleceram e não endurecem mais de jeito nenhum...

Calabar, um injustiçado

Ciduca Barros

Eu já escrevi em outro texto alhures, que a História do Brasil que aprendemos nos bancos escolares é muito tênue.  E ainda acrescento: os livros de História do Brasil, que serviram de guia para serem ministradas aulas à nossa geração, muitas vezes, falseou a verdade. 
Aqui está um exemplo patente: o alagoano Domingos Fernandes Calabar (1600 – 1635). Nos livros de História do Brasil do meu tempo, ele era considerado como traidor, pelo fato de ter optado em lutar pelos holandeses e não pelos portugueses.  Ele nasceu em Alagoas, portanto era brasileiro nato, como poderia ser traidor se, à época, o Brasil era uma colônia portuguesa, explorando desordenamento as nossas riquezas e as enviando para a Europa?
Veja que incoerência histórica. Muitos anos depois, um cidadão, também brasileiro, de nome Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), conhecido como Tiradentes, em Minas Gerais liderou uma inconfidência com o objetivo de também pôr os portugueses para fora do Brasil e foi considerado um herói.
Qual a diferença entre os dois, se ambos desejavam que o Brasil se livrasse do jugo português e que, justamente por isto, os dois foram trucidados pela coroa portuguesa? 
Existem algumas hipóteses sobre o motivo que fez Calabar preferir os holandeses: 1) por ambição; 2) convicção que estes seriam vitoriosos ao final; ou 3) por supor que aqueles colonizadores trariam maiores progressos ao Brasil que os portugueses. Não sou historiador, mas sou coerente, daí fico com a última hipótese, haja visto que ele (Calabar) era um homem rico, pois era senhor de engenho na Capitania de Pernambuco, e apenas vislumbrou que o Brasil colonizado pela Holanda seria bem melhor.
Será que Calabar não estava certo, caro leitor? Será que a Holanda, e não Portugal, teria sido mais benéfica ao nosso país e, consequentemente, melhor para o nosso povo?  Vejamos, então.
Leia o que eu encontrei no livro “IMPÉRIO À DERIVA – A corte portuguesa no Rio de Janeiro”, do historiador Patrick Wilcken, que, magistralmente, nos demostra os desmandos que aconteceram durante a permanência de D. João VI no Brasil (1808-1821): “A corrupção sempre fora uma característica da vida ao redor do império, mas assumiu uma forma concentrada no Rio. O afluxo repentino de milhares de burocratas exilados criou um terreno fértil para os abusos, de modo que foram devidamente construídas fortunas misteriosas pelos frequentadores dos círculos íntimos da corte. Enquanto a vida era uma luta para muitos dos cortesãos mais periféricos, os ministros do governo logo passaram a ter um padrão de vida muito acima dos recursos que poderiam ter ganho legitimamente. Joaquim José de Azevedo, o funcionário da corte que havia supervisionado o embarque da família real, enriqueceu tanto no Brasil que acabou por se tornar o banqueiro da corte...”. 
E páginas depois, o escritor ainda escreveu:
“Por trás das bengalas, mantos e perucas, e por trás das cerimônias formais e dos éditos proferidos em linguagem refinada, o roubo em nome da Coroa disseminou-se à larga”.
Será que você está pensando o mesmo que eu, caro leitor? Vocábulos e expressões como “corrupção”, “abuso”, “construídas fortunas misteriosas”, “os ministros do governo logo passaram a ter um padrão de vida muito acima dos recursos que poderiam ter ganho legitimamente” e “o roubo disseminou-se à larga”, não nos dão a impressão de que estamos lendo os jornais da imprensa brasileira nos dias atuais? Será que Calabar, numa monumental visão de futuro, não percebeu que o Brasil terminaria também num mar de lama, com a podridão, de atos indevidos praticados por pessoas do poder central, cobrindo a sociedade brasileira?
Nossos primeiros habitantes foram portugueses degredados por praticarem sérios delitos em sua terra, ou seja, fomos colonizados por bandidos. Quero crer que o cidadão Domingos Fernandes Calabar se apercebeu que ficaria para sempre nas veias dos brasileiros o DNA da desonestidade daqueles degredados. 
Os livros de História do Brasil precisam resgatar a honra de Calabar!
Escritor e colaborador do Bar de Ferreirinha

Revelação



Escola nota 10



Do outro lado da porta

Por H. Thiesen...


Na madrugada
o silêncio
me pego acordando
ouço você
sussurros e gemidos,
desvario de prazer
palavras ditas
no outro lado da porta
distantes aos meus ouvidos
Te sinto sedenta
em sonhos proibidos
murmuras palavras confusas
externando anseios
satisfazendo desejos
em plena volúpia
os gemidos contínuos
a respiração acelera
saciada tu ficas
com o orgasmo alcançado
que ouço da cama
Esvaecida tu vens
ao meu lado te deitas
repousa inocente
seminua na cama
me viro e te abraço
te beijo a nuca
no teu ouvido pergunto
Não me acordaste por quê?
e tu me responde
Por que meu anjo dormia!

Frases



Bibica solicita a Petrobrás apoio para amenizar seca no RN

Com o objetivo de amenizar os efeitos da estiagem no Rio Grande do Norte, o empresário Bibica Di Barreira pré-candidato a prefeito de Caicó pelo PBF, fez uma solicitação a Petrobras para que a estatal forneça dados a respeito de poços já perfurados no RN. A intenção de Bibica é fazer com que prefeituras possam utilizá-los, também, para fornecer água para a população mais necessitada.
“Por falta de planejamento, os gestores do RN não têm essas informações sobre suas fontes de recursos hídricos, mas a Petrobras sim. E, diante da gravidade da situação, estamos fazendo a solicitação desses dados para buscar alternativas de abastecimento e amenizar o sofrimento daqueles que estão enfrentando rodízio ou colapso total no abastecimento de água”, afirmou Bibica.

A velha no Face



Mancada do caralho

1441


Dentadas

"Existem três jeitos de fazer as coisas:o jeito certo, o jeito errado e o meu jeito, que é igual ao jeito errado, só que mais rápido".
*CACO DENTÃO*

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Piadinha cu de dono de bar

O bêbado chega ao bar e pergunta ao dono:
- O que você acha do ajuste fiscal do Levy?
- Não, política aqui não! É tema polêmico, gera muita discussão.
O bêbado continua, agora a todos que estavam ali:
- Na opinião de vocês, o Felipão é um bom técnico?
O dono do bar interfere:
- Não, futebol também, não. Envolve muita paixão, gera muita confusão. Aqui não, por favor.
O bêbado, depois de uma de cana, quer saber o que os clientes acham do Papa Francisco, o hermano.
E novamente o dono do bar se posiciona:
- Pelas caridades, religião não, no meu bar, não! Muita gente já morreu por causa de religião. Aqui não.
Puto, o bêbado pergunta:
- Amigo, me diga uma coisa: aqui se pode falar em sexo?
- Ah, em sexo pode.
- Então vá tomar no cu!

Silêncio de virgem

Janduhi Medeiros

Pegue a flor mais rubra,
Com o perfume pinte o amor.

Abra a cortina e apague a luz.
E sobre a pele do desejo
E o lençol do prazer
Lance pétalas de auroras,
Nas cores da intimidade.

Olhe as estrelas ternas,
As janelas que à noite acendem
O calor do corpo e nele o suor forte da paixão,
Fragrância de ninfa luzente
Na névoa da madrugada.

Quando sangrar a láctea do peito
E repousar da fúria da viagem,
Dos afetos ardentes e dos beijos voluptuosos,
Devolva a rosa ao jarro noturno.

Espalhe a sua ternura em plena noite
E plante seu sonho de virgem
No silêncio da minha alma.

Sartori: o escravo dos técnicos

Ivar Hartmann

Tudo está tintim por tintim nos jornais. O governador Sartori, eleito por uma frente anti Tarso, inimigo do Rio Grande, está atrapalhado: pede ajuda a Santa Catarina para poder entrar em um Ministério. Leva chá de banco de outro Ministro e não arromba a porta do gabinete a ponta pés, como Governador que é e deve ser respeitado. Quer aumentar impostos louvado apenas nestes técnicos da Fazenda Estadual cujo voo termina na Praça da Alfândega. São com os quero-queros que gritam muito, mas não tem os horizontes das andorinhas migratórias e, portanto, experiência de vida. Esconde dos deputados gaúchos que há solução muito melhor, mais prática, mais honesta, mais federativa, mais segura, melhor para todos os gaúchos sejam empresários, servidores ou professores. Sejam empregados ou empregadores. Peço, pois aos leitores que mandem para o mail do governador Sartori “agenda-governador@gg.rs.gov.br”, esta crônica que repete apenas notícias de jornais e televisão. É trabalho de 30 segundos do leitor, mas, quem sabe, como político, ele vai entender?
É apenas para que ele dê ouvidos aos nossos três senadores que representam partidos distintos, mas como a mesma ideia e que querem um horizonte grande para o Rio Grande. Está na imprensa: o senador Paulo Paim (PT-RS) anunciou a apresentação, em conjunto com os demais senadores da bancada gaúcha, de uma proposta que busca auxiliar o ajuste das contas do Rio Grande do Sul e “corrigir uma injustiça histórica”. O texto propõe a renegociação da dívida do estado com a União, com o uso do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou outro que o substitua como índice da inflação brasileira, em lugar do Índice Geral De Preços (IGP-DI) mais juros de 6% ao ano.  O projeto elimina a aplicação de juros, deixando apenas a correção monetária, juros não, a União não é banco. Paim lembrou que os empréstimos subsidiados concedidos ao setor privado têm taxas de juros de 3,5%, sem correção. Para ele, não há justificativa jurídica, econômica e social para que o Tesouro Nacional cobre dos estados, juros superiores àqueles contraídos por outros entes. O projeto pode ser um gesto ousado, mas na busca de soluções. Preferimos pecar pela ousadia que ter medo de enfrentar o debate, ter posições, não fazer nada e ser tachado de se omitir — disse Paim. Vamos lá leitor: “agenda-governador@gg.rs.gov.br”.

Dilmadas


"Uma previsão 

é a melhor 
estimativa possível. 
Nós faremos nossa 
previsão, mas com 
condições de 
contorno bem claros"

Presidanta Dilma, ontem, quando questionada sobre a recessão numa entrevista.

Casal perfeito

Renan & Dilma
Nascidos um para o outro
Carlos Brickmann

Atribui-se ao presidente americano Franklin Roosevelt (embora não haja nenhuma prova de que a frase seja dele) a seguinte opinião sobre o ditador nicaraguense Anastasio Somoza: “É um canalha, mas é canalha nosso”.
Não se assuste o caro leitor com as estranhas alianças políticas de Brasília. Dilma despreza Renan, Renan não gosta de Dilma, mas neste momento um é útil ao outro.
O mesmo vale para Eduardo Cunha: os tucanos não confiam nele, ele não crê nos tucanos, mas ambos estão firmemente unidos pelo objetivo comum de enfraquecer o Governo (ou afastá-lo). 
Michel Temer comanda o PMDB por seus defeitos, como a posição indefinida em quase todos os assuntos, e não por suas virtudes – afinal, de que interessa ao partido de Jader Barbalho ter em seus quadros um excelente constitucionalista, professor de reconhecidos méritos? 
A propósito, Jader é conhecidíssimo em todo o PMDB, mas só deixou de ser o homem-forte do partido depois que foi apanhado naquele caso do ranário, lembra? 
Não adianta mostrar aos políticos que seu aliado não presta: eles sabem disso.
Os comunistas tinham uma denominação específica para o adversário que, naquele momento, poderia ajudá-los: era o “companheiro de viagem”. 
Terminada a viagem, alcançado o destino, era cada um por si, e pobres dos vencidos.
Política é a luta pelo poder, e aí vale tudo. 
Há quem diga que, na luta pelo poder, há políticos que chegam até a falar a verdade. 
Digamos, pois, a verdade: Roosevelt jamais chamou Somoza de canalha.
Referiu-se, sim, à senhora mãe dele.

Dentadas

Eu tenho tanta vontade de ficar na cama, que em alguma vida passada eu devo ter sido um colchão.
Caco Dentão

Bibica confirma antecipação do 13º dos aposentados

Aposentados
Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) receberão em setembro a primeira parcela da antecipação do 13º salário. 
A garantia foi dada pelo empresário Bibica Di Barreira depois de uma reunião com a presidente Dilma.
De um acordo com o Ministério da Fazenda, a antecipação será dividida em duas vezes, sendo 25% no mês que vem e o mesmo percentual em outubro. 
Os 50% restantes serão pagos normalmente em dezembro.