sábado, 30 de julho de 2016

A Pedra da Cruz atrai multidão ao Bar da Noiva

Empresário, presidente do PBF e pré-candidato a prefeito de Caicó,
Bibica Di Barreira prestigiou o lançamento do livro de Janduhi ontem
A curiosidade sobre a influência judáica na formação do povo do Seridó levou centenas de pessoas ontem ao Bar da Noiva, em Caicó, local escolhido pelo advogado e escritor Janduhi Medeiros para lançar o seu mais recente livro A Pedra da Cruz.
Curiosidade bastante heterogênea, diga-se: empresários, políticos, profissionais liberais, jornalistas, bancários, maçons, religosos e estudantes engrossaram a fila para adquirir um exemplar do livro, vendido a R$ 30,00.
"Fiquei muito satisfeito com a receptividade", disse Janduhi, sorriso de orelha a orelha, ao comentar o sucesso do lançamento do livro ontem.
Hoje, para os retardatários, o autor estará fazendo a segunda rodada do lançamento, no mesmo local.
A Pedra da Cruz é o resultado de cinco anos de pesquisas empreendidas pelo autor, na busca de explicações para muitos costumes do povo do Seridó, povoado por cristãos novos vindos da Europa.
O historiador caicoense Muirakytan Kennedy de Macêdo, professor da UFRN e pesquisador do tema, disse, na apresentação do livro, que “sem cerimônias, Janduhi Medeiros passa do mito à História, acolhe as narrativas imemoriais que povoam os ventos da imaginação e as tece junto com os relatos dos historiadores. Sem cerimônias o próprio autor hibrida em seu nome os janduís, indígenas tapuias, e os Medeiros, de história genealógica aspergida de hálito marrano e português. Portanto, este livro é um diálogo constante de saberes que se encontravam por vezes cindidos e excludentes”. 
Janduhi, que também é poeta, resume o seu trabalho como um livro de ficção baseado em fatos reais e, usando a licença poética, apresenta o resultado de sua pesquisa apoiado na conversa entre os personagens Cirilo Bezerra, Samir de Gabriel e Daniel Constantino.
Natural de Ouro Branco, Janduhi foi criado em Caicó e assume sua devoção a Sant'Ana, a padroeira da cidade e da Diocese, motivo forte o suficiente para que o lançamento do livro fosse feito na Capital do Seridó, que festeja a padroeira até amanhã. 
A Pedra da Cruz é o seu primeiro livro romaneceado.
Antes, ele publicou os livros de poesia Calçada de Bodega (2013), Mensageiro das Oiticicas (2007) e Canaviais e Outros Poemas (2003).
Abaixo, outras fotos do lançamento ontem:
 
 

Bibica fecha com 29 partidos



O pré-candidato a prefeito de Caicó, empresário Bibica Di Barreira, está recebendo o apoio de 29 partidos políticos que vão se engajar no seu projeto.
Na tarde de ontem, o empresário confirmou a aliança com 232 pré-candidatos a vereador de 29 partidos.
“Outros partidos já fecharam conosco. Amanhã anunciaremos as novas parcerias”, diz Di Barreira.


Novo trabalho de Tarico fez muito sucesso na Festa de Santana

  •        Tarico Linhares transforma simples pedras redondinhas em obras sensacionais.







Ensinando a cagar





pos


O vaso sanitário foi projetado de maneira correta, porem nós o usamos de forma errada! “Sentando nele como em uma cadeira”. O correto seria, levantar a perna de maneira que ela fique na altura dos braços. Ou seja, é como a gente senta no chão cruzando os braços.
Mas na pratica, essa posição fica bem ruim de ser realizada. Seria necessário muito equilíbrio e um certo tempo apenas para preparar a posição. E numa hora de emergência, não seria nada viável.
Sendo assim, a melhor maneira de você pelo menos facilitar a passagem da merda, seria aumentando ao menos um pouco a altura das pernas, com a ajuda de algo mais alto, um balde por exemplo. Ficaria assim:

post

postPronto, agora você já sabe como cagar! Boa cagada. 



Azar do caralho



Moleque sincero

A PROFESSORA PERGUNTA:
-QUAL DIA DA SEMANA VOCÊ MAIS GOSTA DA ESCOLA,SIMÃO?
-DOMINGO!
-POR QUÊ?
-PORQUE ELA TÁ FECHADA!

Maturidade



Ex-presidente de Barril diz que pinguim na geladeira não é motivo para incrimina-lo na lava seco

geladeira
O jornalista Gyro Gearloose, correspondente do blog em Barril, conseguiu uma entrevista exclusiva com o ex-presidente daquele país, o Sr Molusco, que segundo a Polícia ele e sua mulher teriam orientado obra em cozinha no sítio de Ataliba, interior do estado de San Paul. Laudos sobre o sítio em Ataliba foram anexados em inquérito da Lava Seco. No documento consta que na reforma da cozinha a mulher de Molusco teria exigido que se colocasse um pinguim sobre a geladeira. Molusco nega veementemente. Leia a entrevista na íntegra:
1 – Gyro Gearloose – É verdade que a esposa do Sr exigiu que fosse colocado um pinguim sobre a geladeira na reforma da cozinha do sítio de Ataliba, que dizem que é do casal?
Molusco – Isso não tem o menor fundamento. Primeiro não gostamos de aves – o pinguim é uma ave da família Spheniscidae, não voadora -, como tucanos e pinguins. Como iríamos então colocar um pinguim sobre a geladeira. Segundo, o sítio de Ataliba, como alguns insistem em dizer, não é nosso. É de amigos.
2 – Gyro Gearloose – Mas além do pinguim sobre a geladeira, a Polícia alega que na reforma da cozinha a esposa do Sr pediu para substituir o gelagua por uma quartinha, daquelas usadas no sertão do Nordeste brasileiro.
Molusco – Outra mentira. Lá em casa só bebemos água mineral Perrier, a legítima água mineral francesa.
3 – Gyro Gearloose – Presidente Molusco, a Polícia apura também se a reforma da cozinha foi paga por empreiteiros investigados na Operação Lava Seco e se houve favorecimento ilegal ao Sr.
Molusco – Estão querendo encontrar chifre em cabeça de pinguim, ô, de cavalo. Não existe isso. É apenas intriga do juiz Décio Moco. Ele quer me pegar de todo jeito e agora inventou essa história da reforma da cozinha com pinguim sobre a geladeira e quartinha de água.
4 – Gyro Gearloose – Mas insisto, presidente. A Polícia diz que a reforma custou R$ 250 mil, e que só o pinguim, importado da Antártica teria saído pela bagatela de R$ 50 mil.
Molusco – Absurdo isso. O sítio não é nosso, insisto. E a reforma da cozinha certamente foi para fazer a produção daquele programa que tem um papagaio, daquela TV brasileira. Aquela apresentadora gosta muito de gastronomia. Naturalmente o pinguim foi para substituir o papagaio. Procure se informar.
5 – Gyro Gearloose – O relatório sinaliza que o total gasto com a compra e reforma do sítio em Ataliba chegou ao montante de R$ 1,7 milhão. O que o Sr tem a dizer?
Molusco – Nunca na história de Barril fui tão duramente perseguido. Isso é mentira, repito. O sítio não é nosso, o sítio de Ataliba é de amigos. E se eles fizeram reforma na cozinha comprando pinguim e quartinha para armazenar água, deve ter sido para produzir o programa gastronômico daquela apresentadora. Lembro que teve um fim de semana que aquela emissora brasileira pediu o sítio emprestado aos meus amigos e bancaram a reforma da cozinha.
6 – Gyro Gearloose – É verdade que a defesa do Sr vai recorrer à ONU contra supostos abusos do juiz Décio Moco?
Molusco – Sim, claro. Querer me acusar de ter comprar um pinguim, quando nem gosto de aves, e uma quartinha para armazenar água para colocar em uma cozinha, isso é um absurdo. Os meus advogados vão levar isso ao conhecimento do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, através de uma petição. Ser preso por causa de um pinguim e uma quartinha é o fim do mundo.
7- Gyro Gearloose – A petição fala que o Sr é “perseguido” pelo juiz Décio Moco, responsável pela operação na primeira instância, e acusa o magistrado de abuso de poder.
Molusco – Óbvio, caro jornalista. Só não ver isso quem não quer.  Não quero ser acusado de gostar de pinguim ou de tucano. Como disse, detesto aves. Não à toa o meu nome é Molusco.
8- Gyro Gearloose – O Sr se sente injustiçado?
Molusco – Sim. Dizer que tenho um sítio e que neste sítio houve uma reforma para me favorecer, ainda mais com a compra de um pinguim que custou R$ 50 mil. Isso é injustiça, até com o meu bom gosto. Aliás, o meu e o da minha mulher.
                            

Gatinha

Norival Vieira

Toda ela encantadora produzida,
de seda coberta aos pés todo encoberta,
nas sem calcinha muito sedutora
com a camisola entreaberta.
Dos olhos saem chispas de desejo,
os lábios úmidos odor a exalar
de fêmea sedutora e carinhosa,
mas com a alma de mulher a excitar.
Coloca-se de quatro, qual gatinha
meiga, carinhosa, toda de desejo,
ela me chama e diz que é toda minha.
E no seu lugarzinho tão querido
ela pede que estocada seja dada
e se desmancha num doce gemido.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Piadinha cu de mocó

A dona de um cabaré resolveu fazer um recadastramento, para renovar as quengas.
Não demorou muito tempo, a fila já estava formada na frente do puteiro, que tinha
um enorme pé de laranja.
Uma velhinha que estava passando por ali ficou curiosa e foi logo perguntando:
– Oh minha filha, esta fila é para quê?
Uma das quengas respondeu:
– É para catar laranja, tia.
E a velhinha resolveu entrar na fila.
Esperou um pouco, até que chegou a vez dela.
A dona do puteiro espantada com a senhora, indagou:
– A senhora, com esta idade, ainda trepa?
– Trepar, eu não trepo, mas chupo que é uma beleza!

A vida como ela é...



Inspeção de bagagens serão mais rigorosas a partir de hoje no aeroporto de Timbaúba dos Batistas

Segurança Aeroporto


A partir de hoje a inspeção de bagagens e revista de passageiros no aeroporto Elino Julião em Timbaúba dos Batistas estão mais rigorosas. É que começam a valer as novas determinações para garantir maior segurança dos passageiros. No Brasil, elas são normatizadas pela Regulamento Brasileiro da Aviação Civil regra que dispõe sobre a segurança da aviação civil.Entre as medidas, está a que prevê que todos os passageiros estarão sujeitos à revista física feita por agente do mesmo sexo. A revista poderá ocorrer de forma aleatória, mesmo sem o disparo do detector de metais.



A ultima cagada de um bebado

cag

Ato público

Num ato público pela legalização da maconha um militante discursava no palanque que estava cheio de políticos.
-Nós hoje "semos" trinta membros desse movimento".
O prefeito corrigiu:
-"Semos não, somos".
O maconheiro:
- Corrigindo.Agora somos 31,pois o nosso prefeito acaba de declarar que também dá suas bolinhas. 

Macacos criados em Brasília



Soprava o vento pela fresta

Bertolt Brecht

Soprava o vento pela fresta
A menina comia nêspera
Antes de dar em segredo
O níveo corpo ao folguedo:

Mas antes provou ter tacto
Pois só o queria nu no acto
Um corpo bom como um figo
Não se vai foder vestido.

Para ela em tempos de ais
Nunca o gozo era demais.
Lavava-se bem depois:
Nunca o carro antes dos bois.


Quebrando o galho