sábado, 27 de agosto de 2016

Possível vitimização de Dilma não convencerá senadores, diz Bibica



O Senado fará o julgamento final do processo de impeachment de  Dilma Rousseff, o  presidente nacional do PBF, Bibica Bi Barreira aposta na repetição do placar da votação que aprovou o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), quando foram 59 votos a favor e 21 contra . “Menos de 59 votos certamente não haverá. Poderá haver um ou dois votos a mais. Já são nove meses de intensa discussão, um longuíssimo debate, com todos os elementos muito conhecidos, tanto da defesa quanto da acusação”, ressaltou.  “Não creio que ela tenha elementos jurídicos suficientes para reverter votos”, acrescentou.
De acordo com o candidato a prefeito de Caicó, uma possível “vitimização” por parte de Dilma Rousseff não irá convencer os senadores, nem os brasileiros.  “Se o povo entendesse que Dilma ainda tem algo a oferecer, a vitimização poderia até funcionar, mas o país, sob seu comando, estava entregue à própria sorte”, criticou. “O Brasil entende que, se Dilma retornasse, voltaríamos à escala decrescente que nos encontrávamos. Por essa razão, a prática da vitimologia não adiantará em nada”, destacou Di Barreira.

Muito cuidado!



Piadinha cu de galinha

Certo dia um maluco resolveu por um cartaz em cima de um poste,  passado algum tempo era uma autêntica romaria até o poste, e todos que chegavam em cima do poste só diziam:
– É verdade!
Até que o diretor do manicômio resolveu saber o que dizia o  cartaz, só que ninguém lhe dizia, argumentando que lá dizia  que nada do que lá estava escrito podia ser revelado.
Como o subdiretor, cozinheiros e restantes empregados já  tinham ido embora, o diretor resolveu também subir no poste..
Quando chegou em cima do poste o cartaz dizia:
NÃO DIGA NADA A NINGUÉM, MAS AQUI ACABA O POSTE.
E o diretor:
– É verdade!

O mentiroso



RYFFS recepciona candidatas ao Miss RN 2016


A RYFFS Corporation, recepcionou na manhã de ontem, no auditório da empresa, as 26 candidatas ao concurso do Miss RN 2016. Na visita, as candidatas estavam acompanhadas do organizador do concurso, Toínho de Aníbal e do candidato a prefeito de Caicó, Bibica Di Barreira.Bibica saudou o organizador do concurso e desejou boa sorte às candidatas. “Parabenizo Toínho por conseguir organizar esse evento com o apoio dos parceiros. As candidatas têm uma grande responsabilidade não só de representar a beleza do nosso RN como também divulgar as potencialidades de cada região. Desejo que façam um belo desfile”, disse Di Barreira.Uma a uma das candidatas se apresentaram. A miss Timbaúba, Manu Batista, agradeceu a receptividade em nome de todas as candidatas. “Estamos felizes por estar aqui com a responsabilidade de representar nossas cidades. Estamos no preparando muito para representar da melhor forma o nosso Estado”, disse.
O desfile do Miss RN 2016 acontece no dia 29, no Macedão em Ipueira.

Quem peidou?Tá na cara



Desperta-me de noite

Maria Tereza Horta

Desperta-me de noite
o teu desejo
na vaga dos teus dedos
com que vergas
o sono em que me deito

É rede a tua língua
em sua teia
é vício as palavras
com que falas

A trégua
a entrega
o disfarce

E lembras os meus ombros
docemente
na dobra do lençol que desfazes

Desperta-me de noite
com o teu corpo
tiras-me do sono
onde resvalo

E eu pouco a pouco
vou repelindo a noite
e tu dentro de mim
vai descobrindo vales. 

Castigo merecido

AUTO_nicolielo


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Mesma fuleiragem

sinovaldo


Como diria Zé Pedro: "acaraiou tudo"



Noticia que melhora a agricultura no município de Ipueira

Mariana Goldfarb (Foto: Reprodução/Instagram)

Mariana Goldfarb posa de
biquíni e mostra 
tatuagens.


Demissão


Intimidade

Érico Verissimo 

Os dois na cama.
— Bem…
— Mmm?
— Posso te fazer uma pergunta?
— Se você pode me fazer uma pergunta? 40 anos de casados e você precisa de permissão para me fazer uma pergunta?
— É uma coisa que me intriga há 40 anos…
— O que?
— A sua calcinha pendurada no box do chuveiro…
— Sim?
— Está ali para secar ou para molhar mais?
— Como é?!
— A sua calcinha pendurada no…
— Eu ouvi a pergunta. Só não estou acreditando. Há 40 anos você vive com essa dúvida? O que a calcinha dela está fazendo no box do banheiro?
— É. Ela foi lavada e está secando, ou está ali para receber mais água?
— E por que você levou 40 anos para me fazer essa pergunta?
— Sei lá. Eu…
— Você achou que nós não tínhamos intimidade o bastante para tratar do assunto, é isto? Que eram necessários 40 anos de vida em comum para podermos discutir a minha calcinha pendurada no box sem constrangimentos. É isto? Você sabe tudo ao meu respeito. Sabe toda a minha vida, conhece cada estria e sinal do meu corpo, sabe do que eu gosto e não gosto, em quem eu voto, sabe as minhas manias e os meus ruídos, mas estava faltando este detalhe. Este ponto cego no nosso relacionamento. O que a minha calcinha faz pendurada no box do banheiro.
— Não, eu queria perguntar há tempo, mas…
— Já sei. Você achou que fosse uma coisa só de mulher, que homem jamais entenderia. As calcinhas penduradas no chuveiro seriam uma espécie de demarcação de território, um ritual de congregação tribal. Um mistério que une todas as mulheres do mundo e um terreno em que homem só entra com o risco de enlouquecer. Por isso demorou tanto para fazer a pergunta.
— Nada disso. Eu só…
— Francamente.
Ele já estava quase dormindo quando se deu conta. Ela não respondera a pergunta.


Casamento



Piadinha cu de mosquito

Chiquinho comprou uma bicicleta usada, bem acabadinha.
No outro dia roubaram a bicicleta.
Ele desesperado foi procurar e não conseguiu encontrar.
Chorando muito sentou na calçada da igreja onde acontecia
o velório de uma velhinha.
O padre pensando que ele estava chorando por causa da velha falou:
- Não chore filho, ela já estava muito velha.
Chiquinho responde inconformado:
- Padre, mas a roda de traz estava boazinha e ela aguentava muito
pau ainda.

Campanha



Preso

Carlos Alberto Pessoa

Caem
os cabelos encaracolados
como água ao vento

olhar
de quem pensa tudo
saber
e nada temer

ao redor
olhares ferinos
cheiros e sabores aguardam
a presa
num falso olhar de quem observa
a vida calmamente...
         pelo retrovisor.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O Sol de Edilene

Heraldo Palmeira

O sol nasce para todos, principalmente nos janeiros e fevereiros do Nordeste. Num condomínio de veraneio de classe média, mar lá adiante, sentei à beira da piscina numa segunda-feira. Leitura e uísque à mão, em pouco tempo estava envolto pelos grupos sociais organizados com absoluta rigidez.

Meninos e meninas se separam rigorosamente pela idade e se mantêm distantes na hora de nadar e tomar sol. Se juntam de noite ao redor de mesas de conversa e jogos diversos – de sedução ou de pura infantilidade, dependendo da idade.

Os adolescentes são apenas adolescentes. As meninas, naturalmente mais emburradas nesta fase, enfrentando as armadilhas das primeiras TPMs, das inseguranças de praxe e mogangas resultantes de mimos exagerados recebidos de pais e avós. Os meninos, quase sempre bobalhões, preocupados com músculos e dimensões. Os elos comuns são a supreendente ingestão de álcool, os smartphones e os aparelhos ortodônticos que – até isso! – eles conseguem personalizar.

Mais próximos do bar e a meio caminho da piscina, jovens casais na faixa dos 30 cuidam de filhos ainda muito pequenos, falam de viagens e grifes com deslumbramento quase matuto, contam suas vantagens e fazem planos que, fatalmente, um dia lá na frente, descobrirão distantes da realidade que resultará do passar dos anos.

Num canto, mulheres que passaram dos 40, oscilando entre os modelitos perua ou boneca velha. Biquínis extravagantes, maquiagem pesada, chapéus meio ridículos, óculos muito ridículos de tão grandes e cabelos alérgicos a água, unanimemente no modelo palha porque destruídos por rituais de tinturas e escovas que beiram a psicose. Todas já passaram por procedimentos dermatológicos pesados ou pelo bisturi, pois envelhecer é verbo retirado do dicionário muito antes da última reforma ortográfica. As bocas de todas parecem picadas por abelhas da espécie botox. Reclamam da vida, de maridos e ex-maridos, do dinheiro que eles agora destinam a amantes e namoradas. E sentam o verbo nas desafetas ausentes.

Mais perto de mim, o grupo das senhoras que passaram dos 60. Falam muito baixo. Mas os risinhos nervosos parecem revirar o baú dos pecadilhos que cometeram nas penumbras das décadas de 50 e 60. Algo como requebrar os quadris às escondidas, guiadas por Bill Halley, Elvis e Beatles. Duvido que alguma delas tenha sido adepta dos Stones.

Em pouco tempo, o tema muda, as vozes ganham volume para tratar de um problema entre uma delas e a filha. Nesse momento, a decana do grupo posta-se como matriarca e dá a palavra final em absolutamente tudo. “Faça assim, faça assado”. Parece que não é permitido dizer nada além de amém. Tanto que ninguém ousa reclamar dos bobes solenemente instalados no cabelo da velha senhora.

No lado de lá da piscina, o grupo das ninfetas domina a cena. Todas se chamam Patrícia, Bruna, Silvia, Juliana, Cláudia, Giovana, Maria Isabel. Todas entre 13 e 15 anos, falando de futuro sob aquela ótica decorada nas salas dos colégios caros que frequentam. Todas valorizando as dietas alimentares que não apagam celulites e estrias – que elas nunca me ouçam! Todas interessadas em meninos batizados Felipe, João Henrique, Eduardo, Fernando, Diego, Carlos, Pedro. Todas falando de filhos com a estupidez natural da idade.

Uma delas, com ênfase, garante que sua filha vai tocar guitarra e as amiguinhas ficam deslumbradas. Quase peguei meu Moleskine para fazer anotações e marcar as datas de um encontro com o futuro, na estreia dessa Eric Clapton de saias que ninguém pode garantir que virá ao mundo. Nem cheguei a me mexer na cadeira porque lembrei de algo óbvio: se depender do gosto musical da jovem mãe e de toda sua geração, a guitarra não sairá da prateleira da loja. Ninguém precisa de guitarra em músicas que só falam de chifre, rapariga e cachaça, com as respectivas suítes corno, raparigueiro e cachaceiro.

Súbito, os avós da guitarrista inaudita chegam com o tio da artista. O menino mal completou um ano de idade. Como a família tem posses, uma mulata pobre, a ninfeta mais linda de todas, faz o papel de babá. A sinhá branca, perua por excelência, é implacável com sua mucama moderna na distribuição de tarefas e no jeito de dar suas ordens.

O sinhô seu marido, depois de perguntar com desdém “Como é seu nome, mesmo?”, divide com quem está ao redor, ali na beira da piscina, a revelação de que sua mucama se chama Edilene. E lhe entrega o sinhozinho, tio da guitarrista que nascerá daqui a pelo menos dez anos.

A sinhá atravessa a lâmina d’água para encontrar seu grupo, aquele das mulheres apicultoras. Mantém um olho na colméia e outro no ambiente, fiscalizando a distância regulamentar entre o sinhô e a mucama. Afinal, apesar da tatuagem que lhe confere um ar de modernidade retrô dentro do maiô, ela não tem qualquer chance diante do magnetismo, da plástica e dos cabelos maravilhosos da menina.

O sinhozinho-tio começa a berrar para entrar na piscina. A ninfeta mais linda de todas tira blusa e short e se apresenta num biquíni sumário. Amarelo. Contraste absoluto com sua pele. O pequenino é o último a se calar e por instantes eternos só se ouve o barulho da água batendo nas bordas da piscina. Aquele corpo escultural, chocolate, jambo, sei lá, soa como ofensa para todas as outras ninfetas, peruas, bonecas velhas e senhoras ocupadas em queimar seus couros ao sol.

Um dia, li em algum lugar uma explicação genial para a diferença entre ninfeta e lolita: a lolita é a ninfeta com plena consciência do poder que tem. Para felicidade geral daquela nação bronzeada, Edilene continuava ninfeta. Inocente da cabeça aos pés. Afundou num cantinho da piscina com o bebê da sinhá e sumiu na paisagem.

Na verdade, ela estava encantada com a conversa das ninfetas brancas. Todas meninas da sua idade e sem qualquer semelhança visível. Distantes um oceano da sua dura realidade, onde as amigas são Maria José, Das Graças, Das Dores, Da Luz, Biluca, Dalva, Judite, Ketyly, Daiane, Suellen. Onde escola é ficção, comida é dúvida cotidiana e os meninos se chamam Chico, Zé, João, Manezim, Raimundo, Bastião, Maicon, Wanderley, Diolindo, Francinaldo. Meninos que nunca querem romance. E filhos podem reservar passagem para o mundo pouco depois da primeira menstruação.

Talvez Edilene acreditasse que nem tinha direito àquele sol que nascera para todos poucas horas antes. O único para todos que ela conhece se escreve Paratodos, é jogo do bicho. Ali, no território das patricinhas, das sinhás brancas, das senhoras donas da verdade ninguém teve sequer a delicadeza de melhorar seu nome, de lhe chamar de Leninha. Seria perfeição demais para uma mucama, a mais linda de todas as ninfetas a um passo de virar lolita.

Documentarista, produtor cultural e colaborador do Bar de Ferreirinha

Dentadas

"DORMIR É TÃO BOM, MAS TÃO BOM, QUE ME SURPREENDE O GOVERNO NÃO COBRAR PORRA NENHUMA".
                               CACO DENTÃO

Sei lá

indeciso


Mossoroense cria morcegos em sua casa

Nora em momento de carinho com morcego


Você acha morcego fofo? Norma Lins, sim.
A mossoroense de 30 anos se dedica a cuidar de morcegos no quintal de sua casa em Mossoró.Nora trabalha em segredo a fim de preservar a espécie, que costuma ser repelida e atacada por humanos. Ela transformou sua casa em abrigo para esses voadores e convive com dezenas deles - na maioria, doentes.

Tudo resolvido



Dentadas

"O SER HUMANO É MESMO UM IDIOTA:PAGA PRA NASCER,PAGA PRA VIVER, PAGA PRA MORRER E AINDA ACHA QUE O LEGAL É TER DINHEIRO".
                                                   Caco Dentão

Realizando o último desejo



Teu corpo


Leonard Sánchez

Em minha carne…teu corpo
unhas e suor,
como um cego que te olha louco
de paixão e de desejo,
porque não querias que distanciasse,
porque não querias que te deixasse,
querias caricias, querias meu corpo em ti,
pois te vi como um desejo,
sobre minha pele... teu corpo em mim
soltavas teu cabelo e me prendias entre tuas pernas
em minhas coxas e cavalgavas no meu ventre
e queixavas de tua comodidade
e sofrias em me querer
pois vivias de doçura e era doce estar assim,
Em minha carne...teu corpo!...
Em teus seios meu prazer!.

Cobra gigante foi encontrada no motor de um carro em Currais novos

Um mecânico de automóveis levou um susto quando abriu o motor de um carro e achou uma serpente escondida nele. O caso ocorreu na cidade de Currais Novos, durante uma checagem de rotina do motor. Um grupo mostrou o vídeo da cobra. O animal tinha quase 2,5 metros de comprimento. Segundo o mecânico, ela foi atraída pelo calor do motor.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Ford 29

Rolando Boldrim

Dito Preto, um amigo meu, tinha um caminhãozinho Ford 29 para puxar cana na Fazenda. 
Tinha comprado à prestação, mas o carro estava acabado. 
Ele trabalhava com o caminhãozinho durante a semana e no sábado colocava as varas no caminhãozinho e ia pescar. 
Naquele sábado, ele já tinha tomado 'umas e outras' e ia indo para o Rio. 
No meio da estrada, apareceu um guarda rodoviário. 
O policial fez sinal para ele parar. Dito Preto foi indo com o caminhãozinho pelo acostamento. 
Bem lá na frente parou. 
O guarda chegou e disse:
- Deixa eu ver a carta de motorista.
- Seu guarda, não vou enganar o senhor. Não vou dizer que tenho carta porque eu não tenho. Comprei esse caminhãozinho para puxar cana na fazenda e ainda não deu pra comprar a carta.
- Então deixa eu ver o documento do caminhão.
- Seu guarda, não vou enganar o senhor. Não vou dizer que tenho documento porque não tenho. Ainda não comprei não, senhor.
- Não tem carta, não tem documento.
- Mas todo mundo me conhece por essas bandas, seu guarda. É só perguntar. Todo mundo sabe que o caminhãozinho é meu. Quando tiver tempo, vou comprar a carta e o documento lá com o delegado.
- Então acende os faróis.
- Vai desculpar, seu guarda, mas o direito não tem. E o esquerdo tá queimado.
- E a buzina?
- Não vou dizer pro senhor que tenho, porque não tenho. Comprei o caminhãozinho à prestação e não deu pra colocar a buzina.
- E o breque? Pelo menos o breque, o senhor tem?
- O senhor acha que se eu tivesse breque não tinha parado lá atrás, quando o senhor mandou?
- Se eu for multar o senhor, a multa vai ser tão alta que nem vendendo o caminhãozinho o senhor vai poder pagar. Então, vai pescar de uma vez.
- Mas não tem bateria, seu guarda. O senhor ajuda a empurrar? 

Pegadinha fela da puta



Tira tudo