quinta-feira, 30 de julho de 2015

Piadinha cu de Alzheimer

Um homem de 80 anos está sentado num banco de jardim, chorando copiosamente.
Um moço, passando pelo local, fica comovido com a cena e senta se ao seu lado, resolvendo puxar assunto:
- O que o aflige, senhor?
- Estou apaixonado por uma moça de 22 anos...
- E o que há de mal nisso? O senhor não é correspondido?
- Claro que sim. Não é o que você está pensando. Moramos juntos, eu e ela, que é lindíssima. Toda manhã, antes de ela ir ao trabalho, nós transamos. Na hora do almoço, ela volta para casa, nós transamos de novo, e ela me prepara um dos meus pratos preferidos. De tarde, se ela tem tempo, ela volta para casa me faz muito carinho para me manter aceso e olha que ela entende do assunto! Finalmente, quando chega a noite, voltamos para o nosso ninho de amor e transamos a noite toda...
- Então eu não entendo. Parece-me que vocês estão vivendo uma relação perfeita. Por que o senhor está chorando?
- É que eu esqueci onde é minha casa...

Pergunta estúpida

gemeos


Piadinha cu de quenga

De uma puta para um policial, ao ser presa:
- Sabe, seu guarda, eu não vendo sexo... 
- Ah, não? E o que é que você vende, então? 
- Eu vendo preservativos e ofereço demonstrações gratuitas, só isso!

O profissional

Foto de Eu Já Fui Um Espermatozóide.

Dentadas

DIZEM QUE EM 1998 O CHUPA CABRA SE ALIMENTAVA DE MULHERES VIRGENS. HOJE ELE MORRERIA DE FOME.
CACO DENTÃO

Por motivo de mudança

Foto de Eu Já Fui Um Espermatozóide.

Pergunta e resposta fela da puta

QUAIS AS PRINCIPAIS REAÇÕES DO ÁLCOOL?

LIGAR PRAS PUTAS, ACHAR QUE É RICO, E FICAR VALENTE.

Tá explicado



quarta-feira, 29 de julho de 2015

O Negro Chagas, um craque

Ciduca Barros
Escritor e colaborador do Bar de Ferreirinha

Atualmente, o futebol brasileiro vem atravessando uma longa entressafra de bons jogadores, consequentemente, amargando um grande jejum de títulos internacionais e nos causando muita vergonha (vide o vexame do famoso 7 x 1 na decisão com a Alemanha). Assistir na tevê uma partida de futebol do maior campeonato do país – Campeonato Brasileiro –, mesmo sendo da 1ª. Divisão, é, para nós que já vimos grandes clássicos no passado, um doloroso exercício de paciência.  Recentemente, assistindo ao jogo Flamengo x Vasco da Gama, tive o desprazer de ver um atleta, envergando o uniforme que grandes craques já vestiram (Ademir Menezes foi um deles), bater um lateral para fora. Quando eu escrevo “para fora” não significa dizer que a bola saiu lá do outro lado do campo, não; a bola “pererecou”, pegou um efeito esquisito e saiu na mesma linha que o batedor estava.
Sintetizando: o futebol brasileiro está cheio de pernas de pau. E esta carência de craques vai demorar a passar. Quais são as promessas que atualmevemos no futebol do Brasil?
À vista da péssima qualidade do futebol brasileiro, venho me lembrando de um dos maiores jogadores de futebol que eu vi jogar: o Negro Chagas, do Caicó Esporte Clube, nas décadas de 1950/1960. Desculpem os censores de plantão, sei que é politicamente incorreto, mas não posso dissociar o adjetivo “negro” do nome daquele craque, pois era assim mesmo que, carinhosamente, ele era chamado por seus inúmeros fãs: Negro Chagas.
Moreno baixo, com longos braços e com um andar balançante, parecia ter molas nos membros inferiores. Ele jogava de meia-esquerda, driblava como ninguém, habilidoso, versátil, chutava forte e fintava magistralmente, por isso era muito difícil de ser marcado. Era excelente batedor de faltas, fez muitos gols de fora de área e quando o grande Didi, também meia-esquerda, criou a imbatível “folha seca”, possivelmente teve nele o seu mais aplicado seguidor. Ou será que ele começou a “folha seca” antes de Didi? Era de baixa estatura, mas com muita impulsão, eu o vi marcar gols de cabeça.   
Eu, e todos os jovens daquela época, amantes do futebol praticado em Caicó, tínhamos no Negro Chagas o nosso ídolo maior. Lembro-me bem de que, colecionávamos as revistas de futebol daquele tempo “Esporte Ilustrado” e “Revista do Esporte”, ansiosamente esperadas, pois vinham semanalmente de Natal, nos ônibus de Artur Dias, trazendo as reportagens dos grandes jogos realizados no Rio de Janeiro e São Paulo, bem como, as fotos dos bons jogadores daquela época, tínhamos certeza de que as jogadas do Negro Chagas e seus inúmeros gols, apenas não eram registradas naquelas revistas porque ele jogava na distante Caicó, lá no nosso Seridó.
Particularmente, eu sempre achei que aquele moreno humilde, sapateiro de profissão, com um molejo no andar, exímio com uma bola nos pés, seria capaz de jogar em qualquer time do Brasil. E, posteriormente, eu comprovei isto.
Em 1964, eu chegava em São Paulo, pela primeira vez. Fui diversas vezes ao Morumbi e assisti ali vários jogadores da época atuarem. Eu vi o Palmeiras de Ademir da Guia. Eu vi o Santos de Pelé. Nas frias noites paulistas, assistindo aos jogos naquele estádio com um gramado impecável e um público que não parava de gritar o nome dos seus ídolos, vinha sempre à minha memória a lembrança do Negro Chagas. Ele tinha futebol de sobra para jogar ali. E naquele momento, eu dizia para mim mesmo: “Chagas jogaria, sem favor nenhum, em qualquer desses grandes times aqui de São Paulo! ”.
Em 1971, fui para o Rio de Janeiro. O país vivia a euforia de ter sido, merecidamente, Tricampeão Mundial de Futebol, no México.  Eu ia ao velho Maracanã, semanalmente. Vi grandes clássicos e grandes jogadas realizadas por jogadores de renome. Eu vi o Vasco de Brito. Eu vi o Flamengo de Zico. Eu vi o Botafogo de Jairzinho. Mas, infelizmente, também vi muitos jogadores de grandes times bater na bola com a canela. E sempre falava com meus botões: “O Negro Chagas seria tranquilamente titular absoluto em qualquer desses times cariocas”.
Ultimamente tenho me lembrado daquele craque caicoense do passado, quando vejo, na tevê, as entrevistas de alguns jogadores de futebol de hoje ou de seus treinadores (hoje chamados de professores. Professores de quê?) tentando justificar as “merdas” que fizeram em campo: 
Nosso desempenho não foi o esperado porque a grama estava muito alta! – disse um.
E eu comigo: “conheci um cara que no velho e desconfortável campo de futebol do Ginásio Diocesano Seridoense, onde havia mais pedra e areia do que gramado, botava a bola onde ele queria. O que ele não faria numa grama alta’’?
Tivemos problemas porque o clima não nos ajudou! – falou um certo técnico (professor?).
E eu pensei: “vi um craque que fazia jogadas monumentais no sol escaldante do Seridó! ”
Certa feita, um atleta, “perna de pau” milionário, desculpando-se de suas “cagadas”:
Eu estava com as chuteiras erradas. Deveria ter posto chuteiras de travas altas”
Estarrecido, voltei a minha memória, mais uma vez, para Caicó do passado: “calçando um desconfortável e duro par de chuteiras, feito lá mesmo em Caicó, conheci determinado jogador de futebol que fazia jogadas incríveis”.
Para mim esta é a maior de todas as aberrações:
Não estávamos acostumados com aquela bola. Ela é mais leve do que...
Esta frase não é uma verdadeira “diarreia mental”? O peso da bola influenciando nas jogadas? E o peso dos dólares no bolso? Não pude deixar de pensar: “com uma bola (capotão?), que nunca ninguém sabia o peso, que ainda tinha um pito que, muitas vezes, lhe dava um efeito traiçoeiro, eu conheci um craque que ‘comia aquela bola’ sem se importar quanto pesava”.
Recentemente, assisti a uma entrevista inteligente do magistral Rivelino. A certa altura o entrevistador lhe perguntou qual, na opinião dele, seria o diferencial de um craque de futebol para um jogador comum. Brilhante como ele sempre foi, sintetizou dizendo: “o jogador comum, quando recebe a bola, todo mundo já sabe a jogada que ele irá fazer. O craque não. Este é imprevisível. Toda vez que ele está com a bola, faz uma jogada diferente”. Seria necessária maior explicação?
Chagas chegou a ir para o Sport Club do Recife e dizem que, com saudade da terrinha, ele voltou para o aconchego de Caicó. Se verdade, eu não o condeno por isto, pois eu também pensei, em várias ocasiões, fazer também meu regresso ao lar.
Para você, eu declaro sem medo de errar, Negro Chagas: daquela geração de jogadores de futebol do seu tempo, seja nos tórridos campos do Seridó ou em outras partes do Brasil, eu vi poucos melhores do que você!
E lhe digo mais, Chagas: atualmente, desses milionários pernas de pau que acumulam milhões em suas contas bancárias e posam de craques, ninguém joga mais do que você jogou,  negro velho! 

Zé Prativai


No princípio era a verborragia de Emílio Odebrecht acreditando ser Deus. No meio, o verbo da Justiça revelando que tudo foi feito pelo filho, e nada do que foi feito, foi feito sem ele. No fim, a cadeia amansando a histeria de pai, filho e outros espíritos."

Zé Prativaiespecialista em sujeitos sem predicados e outras assombrações.

Leila Florêncio expõe na Casa de Cultura de Caicó


A caicoense Leila Florêncio, está expondo na Casa da Cultura de Caicó, durante
o período da Festa de Sant'Ana. A exposição fotográfica traz imagens do Rio
Potengi. Leila estará brevemente apresentando uma exposição fotográfica
sobre o Sertão do Seridó em Paris.

Abaixo, o convite para Leila expor em Paris.



Papo orgásmico

Dois clitóris conversam:
 "Me disseram que você sofre de frigidez..."
O outro rapidamente responde:
"São as más línguas..."



Nova moda:trenzinho de fumaça



A gravidez no Século 21


As abelhas, as flores, uma sementinha, a cegonha, tudo isto já está fora de moda! Esta é a explicação mais moderna e tecnologicamente correta:


Certo dia, um filho pergunta ao seu pai:
- Pai, como é que foi que eu nasci?
- Muito bem meu filho, chegou o momento de falar disso, pois então vou explicar o que você deve saber:


Um dia, o papai e a mamãe entraram no Facebook, fizeram amizade e ficaram amigos. 
Depois o pai mandou um e-mail à mãe para se encontrarem num cybercafé. 

Descobrimos que tínhamos muitas coisas em comum e que nos entendíamos muito bem.
Quando não estávamos à frente do laptop, conversávamos no chat do iPhone. Desta forma, fomo-nos conhecendo e nos apaixonamos, até que um belo dia decidimos partilhar os nossos arquivos. 

Entramos escondidos numa lanhouse e o papai introduziu o seu Pendrive na entrada USB da mamãe. 

Quando começou o download dos arquivos, nos demos conta de que tínhamos esquecido do software de segurança e que não tínhamos Firewall. 

Já era tarde demais para cancelar o download e impossível apagar os arquivos baixados.

Passados nove meses apareceu tu, o Vírus...

Curiosidades matemáticas

      Maneira de escrever o nº 1 
          usando os 10 algarismos:   

                                     
                               
           

Dentadas

Todo ano é assim: quando chega a Festa de Santana eu tô mais liso do que priquito de lesma.
Caco Dentão

Tem que ser competente



Naqueles dias

Por H. Thiesen...


Há certos dias
Que eu me transformo
Deixo de lado a razão
Perco a  lucidez
E ando sem sensatez
Sinto-me outra
Creio-me possuída
Os anseios aumentam
Os desejos me queimam
As vontades me invadem
Eu fico à mercê dos sentidos
Disponível à luxúria
Entregue à líbido
Rendida ao prazer
Sinto-me pronta
Louca
Felina
Movida pela ganância
Sou toda instinto
Animal
Carnal
Exposta ao abate
Úmida
Molhada
Suada e encharcada
Eu fico por um fio
Quente
Sedenta
Faminta
Há dias e nesses dias
Um tesão danado
Me toma e me consome
Há dias que eu fico no cio!

É simples assim



terça-feira, 28 de julho de 2015

Aula de gramática portuguesa

Que língua a nossa, não?
veja algumas classificações da expressão filho da puta:
- Adjunto adnominal, quando a frase for: Conheci um político filho da puta.
- Predicativo, se a frase for: O político é um filho da puta.
- Sujeito, se a frase for: Esse filho da puta é um político.
- Vocativo, se for: Agora negue o roubo, político filho da puta!
- Aposto, se for: O ex-ministro, aquele filho da puta, desviou o dinheiro das estradas.
- Sujeito oculto, se for: Saiu da presidência em janeiro de 2011 e ainda se acha presidente.

A feirinha

Janduhi Medeiros

Senhora Sant'Ana, protetora do sertão, 
Rogamos vossa intercessão na celebração 
Da nossa festa maior,
Com mesas ornadas de alegria
E as cadeiras espalhadas no sorriso das calçadas.
As mesmas cadeiras que nas estiagens
Ficam protegidas pelas sombras da devoção,
Onde a fé das prosas caminha suavemente,
Como o respeito que carrega
As promessas na procissão.

Mais uma vez queremos uma bonita festa, 
Para o reencontro dos que aprenderam a nadar
Nas enchentes do rio da nossa aldeia.
Não precisa que a água sagrada seja servida 
Com o gelo londrino
Nem que a culinária tenha os temperos distantes,
Muito menos que os retratos tenham os arcos parisienses.
Queremos apenas uma bonita festa em uma praça,
Aparentando uma imensa feira de filhós com mel. 

Está ruim? Aproveitem!

Ivar Hartmann

A gravidade da situação econômica do país e do Rio Grande leva preocupações fundadas aos otimistas. De tal maneira que, se está ruim agora, se deve aproveitar para desfrutar deste ambiente gerado pelos governos federais e estaduais, porque vai ficar muito pior.  Um país rico, produtor de cereais e matérias primas, com vastas costas e terras ainda não aproveitadas, só pode ir mal por culpa de seus governantes. E dos empresários das grandes empresas que se deixam seduzir pelos pedidos de comissões. Pois quando um agente econômico paga uma comissão tem carta branca para aumentar os valores das concorrências e seus lucros. Pela eternidade. Então a defesa que agora fazem de que foram impelidos ao crime é balela de advogado que não tem argumento melhor. Devem ir para a cadeia, ficar na cadeia e permanecer na cadeia. Suas empresas, câncer social, devem indenizar o Brasil. Uma vez ladrão, sempre ladrão, sabe qualquer policial brasileiro.
A pergunta correu na imprensa: como é que um deputado federal gasta quatro milhões de reais em uma campanha para se eleger, e, quatro anos depois, está disposto de novo a mesma aventura que significa mais do que vai ganhar nestes quatro anos? E ainda por cima ele e suas famílias ostentam riquezas desproporcionais aos ganhos! Para pobre a única maneira de enriquecer é ser jogador de futebol. Para político é se eleger para cargo eletivo. Como são eles que escolhem os juízes superiores da nossa justiça (desembargadores, ministros) e os membros dos Tribunais de Contas que os vão fiscalizar, acham vocês que há isenção nos julgamentos? A imprensa noticiou há pouco: o já célebre ministro Lewandowski reuniu-se com a Presidente Dilma em surdina. Nunca antes na República um encontro destes ocorria.  É como um juiz de futebol ser visto na noite antes de uma partida com o presidente de um dos clubes. Como somos macacos futebolísticos, a primeira notícia não nos comove, mas a segunda nos leva a ira, a repulsa e as conclusões acertadas sobre o resultado da partida que vai se travar. Falam, falam dos militares que deram um Golpe de Estado. Falam, falam do Jango que foi derrubado. Ambos, no entanto tinham algo em comum que não se encontra mais nos entes que nos governam, seja Brasília, seja capital de estado, seja município: honestidade e brasilidade. Aproveitem, pois! Vai ficar muito pior. Ir para onde?

Zé Prativai


Mais um pouco e a Lava Jato vai descobrir que Marcelo Odebrecht e Renan Calheiros são sócios na criação de bois voadores."

Zé Prativaiespecialista em pecuária voadora e vacas milionárias.

Só mais um pouquinho


CHEGA JÁ JÁ NO CHEFE.sinovaldo


Teu gosto de gozo

Por H. Thiesen...


E no meu momento de desejo
Beijar-te eu quero
A face lentamente
Depois do beijo
Fitar-te os olhos
Com meu olhar carente
Ao mesmo tempo
Sensual e sedento
E despertar-te a libido
Tua fome
Tua sede
Quero saciar-me
Com teu desejo
E embriagar-me do teu gosto
O teu gosto de gozo
Ah! Esse gozo quente
Envolto em gemidos
Repleto de prazer
Brotado das tuas entranhas
Jorrado na minha boca
Espalhado em meu rosto
Pingado em meus seios
Ah! Esse gozo
Do qual nunca esqueço
Que sinto na boca
Que eu sempre lembro
O teu gosto de gozo!

Ladrão com medo

AUTO_nicolielo


Piadinha cu de galinha

Na prova de biologia, as duas espertinhas que não haviam estudado nada, resolvem faltar e tentar fazer a prova no dia seguinte, quando então aparecem com uma desculpa esfarrapada:
– Professor, ontem a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente estava vindo para cá quando o carro quebrou. Chamamos o guincho, mas demorou. Quando chegamos na escola, o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?
Claro! Não tem problema - diz o professor - Basta cada uma se sentar num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.
Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas se sentaram, comemorando em silêncio.
Dois minutos depois, receberam a prova.
No alto da folha havia uma única questão: 
- Em que rua o carro quebrou?

Papo de boteco

AUTO_luscar