segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Wady, de peito aberto


Fernando Antonio Bezerra

Caicó recebeu um especial presente anos atrás. Veio morar por aqui e na terra seridoense fincou raízes um homem de muitos talentos chamado Wady Rocha. Sobre ele, com o apoio de Bruno, neto e quase filho, consegui reunir algumas informações. Wady Rocha nasceu no dia 22 de julho de 1928, filho de Manoel Amarante Rocha e Francisca Xavier Montenegro Rocha. Era de Pendências, naquela época ainda Distrito de Macau, mas ainda menino foi morar em Natal onde estudou no Atheneu e foi destaque como atleta nas modalidades de remo e salto com vara.
Na juventude, servindo ao Exército Brasileiro, conseguiu merecido destaque, chegando a Cabo. Entretanto, o período foi melhor aproveitado pela convivência com os americanos que na época da Segunda Guerra se instalaram no Rio Grande do Norte. Com eles, Wady, além do exercício do inglês, adquiriu a prática farmacêutica que, anos depois, lhe proporcionou servir a muita gente.
Depois do período na caserna, Wady seguiu para o Rio de Janeiro onde trabalhou em diversas empresas, dentre as quais, a Fiat Lux, famosa indústria dos fósforos “Olho”. Com maior experiência e atendendo a um pedido de seu pai, voltou para Natal e para atividades da família que se dedicava à fabricação do “Guaraná Rocha e Vinho Jurubeba”. Mas, inquieto, Wady, na época já casado com Arlete Rocha, migrou para São Paulo do Potengi onde fez história. Por lá, trabalhou com Manoel Ferreira de Melo em uma usina de algodão e fundou, com Monsenhor Expedito e outras pessoas, a primeira escola de ensino infantil da cidade. Também por São Paulo do Potengi, além de professor de inglês, começou sua missão como prático farmacêutico, atendendo, aos domingos, pessoas da cidade e da região Potengi em sua própria residência. Wady se transformou em ativo cidadão potengiense participando da vida política e promovendo eventos culturais e sociais de grande prestígio popular.
De São Paulo do Potengi foi trabalhar em Arês e, em seguida, por indicação de Samuel Oliveira, veio trabalhar em Caicó, precisamente na Algodoeira Seridó. Samuel era irmão de Oscarina de Oliveira Torres que, por sua vez, era esposa de Manoel Torres de Araújo, acionista e diretor da Algodoeira. Wady chegou em Caicó no dia 22 de julho de 1964 e por aqui também fez rica história de cidadania, voluntariado, empreendedorismo e caridade. Na vida pública, foi correligionário leal e amigo próximo de Manoel Torres, José Josias Fernandes, família Torres e do grupo político que se organizou a partir da liderança de Monsenhor Walfredo Gurgel. Elegeu-se Vereador em 1972 com expressiva votação. Decepcionado com o radicalismo daquela época e sem qualquer vaidade por assumir esta ou aquela função, renunciou ao mandato e, mesmo continuando atuando na política e vida comunitária, somente em 1992 aceitou novo convite e foi candidato a Vice-Prefeito – pelo PMDB - ao lado do médico Álvaro Dias.
Como empreendedor lançou a Palhoça da Barra Nova, trazendo para Caicó nomes da música nacional e promovendo memoráveis eventos. Como devotado a cultura e ao esporte, criou, através da Palhoça, o GRUTAP, grupo de teatro amador, e um time de vôlei, orientado por Ivaldi de Sousa Sales (Dedé de Garibaldi). Depois da Palhoça, anos depois, lançou o “Forró de Wady”, grande festa que marcou o período junino em Caicó.
Com o fim da Algodoeira, as atenções de Wady se voltaram para a Prestadora de Serviços Caicó LTDA, seu escritório de contabilidade, e a Maternidade Mãe Quininha a quem doava, voluntariamente, grande parte de seu tempo e amor.
Em março de 2013, aos 85 anos, Wady Rocha passou a ficar mais tempo em casa para cuidar de Arlete, sua dedicada companheira, que, depois de um longo período de enfermidade, partiu para a eternidade no início de 2015. Em janeiro de 2016 foi ele que, com serenidade, depois de uma vida inquieta de sonhos e realizações, com sua casa de portas abertas para os mais pobres e para os muitos amigos, partiu para o horizonte que a fé nos faz enxergar. “Seu Wady”, um homem de peito aberto para servir, não pode ser esquecido.
Fernando Antonio Bezerra é potiguar do Seridó

Wady, de peito aberto


Fernando Antonio Bezerra

Caicó recebeu um especial presente anos atrás. Veio morar por aqui e na terra seridoense fincou raízes um homem de muitos talentos chamado Wady Rocha. Sobre ele, com o apoio de Bruno, neto e quase filho, consegui reunir algumas informações. Wady Rocha nasceu no dia 22 de julho de 1928, filho de Manoel Amarante Rocha e Francisca Xavier Montenegro Rocha. Era de Pendências, naquela época ainda Distrito de Macau, mas ainda menino foi morar em Natal onde estudou no Atheneu e foi destaque como atleta nas modalidades de remo e salto com vara.
Na juventude, servindo ao Exército Brasileiro, conseguiu merecido destaque, chegando a Cabo. Entretanto, o período foi melhor aproveitado pela convivência com os americanos que na época da Segunda Guerra se instalaram no Rio Grande do Norte. Com eles, Wady, além do exercício do inglês, adquiriu a prática farmacêutica que, anos depois, lhe proporcionou servir a muita gente.
Depois do período na caserna, Wady seguiu para o Rio de Janeiro onde trabalhou em diversas empresas, dentre as quais, a Fiat Lux, famosa indústria dos fósforos “Olho”. Com maior experiência e atendendo a um pedido de seu pai, voltou para Natal e para atividades da família que se dedicava à fabricação do “Guaraná Rocha e Vinho Jurubeba”. Mas, inquieto, Wady, na época já casado com Arlete Rocha, migrou para São Paulo do Potengi onde fez história. Por lá, trabalhou com Manoel Ferreira de Melo em uma usina de algodão e fundou, com Monsenhor Expedito e outras pessoas, a primeira escola de ensino infantil da cidade. Também por São Paulo do Potengi, além de professor de inglês, começou sua missão como prático farmacêutico, atendendo, aos domingos, pessoas da cidade e da região Potengi em sua própria residência. Wady se transformou em ativo cidadão potengiense, participando da vida política e promovendo eventos culturais e sociais de grande prestígio popular.
De São Paulo do Potengi foi trabalhar em Arês e, em seguida, por indicação de Samuel Oliveira, veio trabalhar em Caicó, precisamente na Algodoeira Seridó. Samuel era irmão de Oscarina de Oliveira Torres que, por sua vez, era esposa de Manoel Torres de Araújo, acionista e diretor da Algodoeira. Wady chegou em Caicó no dia 22 de julho de 1964 e por aqui também fez rica história de cidadania, voluntariado, empreendedorismo e caridade. Na vida pública, foi correligionário leal e amigo próximo de Manoel Torres, José Josias Fernandes, família Torres e do grupo político que se organizou a partir da liderança de Monsenhor Walfredo Gurgel. Elegeu-se Vereador em 1972 com expressiva votação. Decepcionado com o radicalismo daquela época e sem qualquer vaidade por assumir esta ou aquela função, renunciou ao mandato e, mesmo continuando atuando na política e vida comunitária, somente em 1992 aceitou novo convite e foi candidato a Vice-Prefeito – pelo PMDB - ao lado do médico Álvaro Dias.
Como empreendedor lançou a Palhoça da Barra Nova, trazendo para Caicó nomes da música nacional e promovendo memoráveis eventos. Como devotado a cultura e ao esporte, criou, através da Palhoça, o GRUTAP, grupo de teatro amador, e um time de vôlei, orientado por Ivaldi de Sousa Sales (Dedé de Garibaldi). Depois da Palhoça, anos depois, lançou o “Forró de Wady”, grande festa que marcou o período junino em Caicó.
Com o fim da Algodoeira, as atenções de Wady se voltaram para a Prestadora de Serviços Caicó LTDA, seu escritório de contabilidade, e a Maternidade Mãe Quininha a quem doava, voluntariamente, grande parte de seu tempo e amor.
Em março de 2013, aos 85 anos, Wady Rocha passou a ficar mais tempo em casa para cuidar de Arlete, sua dedicada companheira, que, depois de um longo período de enfermidade, partiu para a eternidade no início de 2015. Em janeiro de 2016 foi ele que, com serenidade, depois de uma vida inquieta de sonhos e realizações, com sua casa de portas abertas para os mais pobres e para os muitos amigos, partiu para o horizonte que a fé nos faz enxergar. “Seu Wady”, um homem de peito aberto para servir, não pode ser esquecido.
Fernando Antonio Bezerra é potiguar do Seridó

Seja um bom gato III

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Pergunta e resposta fela da puta

              PORQUE O PATO TEM INVEJA DO RATOS?

                    PORQUE OS RATOS TEM 4 PATAS!
 

Seja um bom gato II

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Dentadas

                     "As vezes acreditar em Papai Noel
                          é muito mais saudável do que
                            acreditar em certas pessoas".
                                              Caco Dentão
                     

Seja um bom gato

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O desejo do pecado

            Oscar Wilde

De acordo com os psicólogos, há momentos em que
 o desejo do pecado, domina de tal modo a nossa
 natureza, que cada fibra do corpo e cada célula
 do cérebro parecem ser movidos por impulsos
 terríveis. Em tais momentos, os homens e as 
mulheres perdem a sua liberdade e seu arbítrio.
 Dirigem-se como autômatos para seu fatal objetivo.
 O direito de escolher lhes é recusado e sua
 consciência está morta, ou, se ainda vive, é somente
 para emprestar atrativos à rebelião e encanto à desobediência.”
  

Não perca tempo

       Cague e exercite a sua mente




Milagre no carnaval

Um peixinho dourado sobrevive por 9 horas fora do aquário.

O peixinho dourado pulou do aquário e caiu atrás do armário.

Por lá ficou sozinho e sem carinho, por 9 horas!

O bichinho depois de resgatado,ainda estava muito triste.

A dona,uma quenga, considera um milagre ele ter sobrevivido.


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Manoel de Neném, um eterno folião


Ciduca Barros
Meu pai adorava um carnaval e era um grande folião. Aliás, para quem vivia o ano todo numa constante alegria, o carnaval servia apenas para tornar mais intensa a sua folia. Por ocasião dos festejos momescos, ninguém contasse com ele para nada. Lembro-me de que, certa época, a sua situação financeira não andava bem das pernas, quando chegou o carnaval. Na sexta-feira à noite, ele começou seus preparativos para os dias de troça. A minha mãe, uma real conhecedora do seu aperto financeiro, vendo os seus preparativos, perguntou:
– Você vai brincar o carnaval, Manoel?
– Vou sim, Chiquinha. E por que não? 
– E as contas que você tem pra pagar? –ela perguntou, com surpresa,
E ele deu uma resposta que retratou bem a sua índole relaxada e que eu jamais a esqueci:
– Até Quarta-feira de Cinzas é feriado, mulher! Os bancos e os cartórios estão fechados. 
E perguntou, sorrindo muito: 
– Como meus títulos serão protestados? 
Dado à pândega, como ele sempre foi, fundou uma escola de samba (Unidos na Folia) e no carnaval gostava de se disfarçar de mulher. Foi, durante vários carnavais, a esposa do Zé Pereira (quem não se lembra do Bloco do Zé Pereira, que desfilava na madrugada do sábado de carnaval?). Nas suas inúmeras viagens a São Paulo, ele comprou todos os apetrechos para a sua fantasia: tranças compridas, seios postiços, sapatos altos (tamanho 41) e outras peças da indumentária feminina. Ele era um homem alto (1,76 metros), moreno e pesado (tinha 120 quilos), portanto ficava uma volumosa mulata.
Certo carnaval, a sua escola de samba “assaltou” (quem não se lembra dos assaltos carnavalescos?) a casa do senhor Manoel Torres de Araújo, comerciante de renome em Caicó, que foi duas vezes prefeito municipal e quatro vezes deputado estadual, exemplo de político íntegro, recentemente falecido e que era muito amigo dele. 
No momento do assalto, o senhor Paulino Torres, o patriarca da família Torres, na ocasião um homem com quase 80 anos, estava na casa do filho. 
O meu pai, devidamente travestido de mulher e, naturalmente, disfarçando a voz, fez uma festa com o velho Paulino Torres e o encheu de carinhos. 
Abraçou-o. Beijou-lhe a cabeça. Sentou no seu colo.
Quando o bloco partiu, o velho demonstrando que havia gostado daquelas carícias femininas, perguntou ao seu filho:
– Manoel, quem era aquela morena tão fogosa?
– Era Manoel de Neném vestido de mulher, papai.
O velho Paulino Torres, rapidamente, mudou o semblante de felicidade para revolta e bradou:
– Vou mandar matar aquele negro filho da puta!.
Escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil e colaborador do Bar de Ferreirinha.

Vida inteligente

calvin


Bibica recebe visita de cortesia do superintendente do BB

A direção da RYFFS Corporation recebeu na tarde de ontem a visita do novo superintendente do Banco do Brasil no RN, Ronaldo Oliveira. Participaram do encontro, além do presidente da empresa Bibica Di Barreira, o secretário geral da casa, Caco Dentão e o gerente de vendas  Chico Pindoba.
“A RYFFS é um parceira do BB, e é uma honra visitar a maior instituição privada aqui no RN. Esta visita foi uma oportunidade para reafirmamos o nosso interesse de continuarmos caminhando juntos”, disse o superintendente do BB.
Na oportunidade Ronaldo aproveitou para conhecer as inovações implantadas na RYFFS  e elogiou a criação do Portal da Transparência. Transparência é fundamental. A RYFFS está alinhada com as novas tecnologias e eu parabenizo Bibica, Chico Pindoba e Caco por isso”, concluiu Ronaldo Oliveira.

Réu juiz

wtc
R


Encontro de Mineiro e Nelhão foi sobre a eleição de Natal

Os pré-candidatos à prefeitura de Natal Nelhão Benevólo pelo PBF e o deputado estadual Fernando Mineiro do PT, se reuniram na tarde de ontem para conversar sobre o processo eleitoral de 2016, os possíveis cenários para o primeiro e o segundo turnos e a conjuntura política nacional.
De acordo com Nelhão, foi uma “boa conversa entre quem ama esta cidade e está preocupado com os rumos e desafios de seu crescimento e a qualidade de vida de sua população”. “Foi um encontro entre quem sabe que nossos problemas só serão enfrentados tendo compromisso com a população como um todo e com exercício permanente do diálogo entre as diversas visões sobre a cidade, com profundo respeito às diferenças”, acrescentou.
Para o deputado Mineiro, a reunião foi muito produtiva e importante para fazer uma avaliação dos possíveis cenários de 2016. “Fizemos uma discussão sobre o quadro político e a conjuntura atual. Este ano será muito importante para o nosso país e, particularmente, para Natal. Temos olhares a partir do projeto nacional dos nossos partidos e pretendemos dialogar com a sociedade sobre o destino da cidade”, disse.


Socorristas desmantelados

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Dica

      Dica importante para combater
          o mosquito da dengue:
    Mate um mosquito e deixe o corpo
       pregado na parede pra servir
          de exemplo pros outros.
   

Sexo

sexo


Noite de frio


DODDO FELIX

É noite enfadonha e terrível de frio.
Eu tento aquecer-me, porém não consigo.
Soprando ruidoso ouço o vento bravio,
que busca talvez o calor de um abrigo.
O frio prossegue… e com frio eu prossigo.
Não canta um só galo… Só ouço – do rio -,
as águas cantando. E, lá fora, um antigo
coqueiro farfalha, a torcer-se, sombrio.
Escuro insondável no imenso desvão
algente da noite. E a noite, erma, soturna,
parece um enorme sepulcro vazio.
O frio amplifica a tristeza noturna…
E aumenta e entristece a cruel solidão
da noite enfadonha e terrível de frio.


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Irmãos Metralhas comemoram 49 anos de fundação

Irmãos Metralhas: 49 anos de Carnaval
Um dos blocos mais tradicionais do Carnaval de Caicó reuniu-se hoje apenas pra matar as saudades, rolar lero e tomar cerveja.
Os Irmãos Metralhas (eu disse Irmãos Metralhas, não Irmãos Petralhas), fundado em 1967, comemora hoje 49 anos de vida.
Nem todos puderam estar presentes, mas a reunião contou com Pituleira (anfitrião), Geraldo Bala, Zé Almino, Pantera, Hélio de Juca e Bebeta, Valmirzão Laureano, Nicodemos Pise e Nuel Torres.

Mandaram atestado Nelhão Benévolo, Arakén Almeida e Jaiminho Mariz, que não puderam chegar a tempo.
O encontro não tem hora pra acabar e o papo continua rolando solto: presepadas da época, assaltos, pequenos golpes do tempo do liseu crônico, religião e ateísmo, entre outros babados.
Deus existe? Segundo Geraldo Bala, não!
Os outros Metralhas acham que sim, sem muita convicção...
Depois tem a Troça do Magão, que ninguém é de ferro.

Visita

AUTO_pater


Dentadas


♥ 1Reblog
                   "Pense muito bem antes de enganar
                   
                      uma pessoa,pois muitas mentiras

                         com o decorrer do tempo se

                                   tornam verdade"
      

Convocação



Janelas aquecidas

Tinha um barco voando em Currais Novos.

De repente ele bateu num avião e furou o

pneu.Os caras do barco foram pra Ipueira,

quem estava no avião ficou em Caicó.

Quantas garrafas de cachaça sobraram?

Nenhuma,porque jacaré não come alface.   
       
              



João



Luladas



Anal giratório



O tempo

Mário Quintana
'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho,
a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'

Aluga-se tríplex para o carnaval!

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Falar com Lula ou Marisa.