quarta-feira, 30 de julho de 2014

Lógica joãoziniana

Uma professora petista do ensino fundamental explicava aos alunos o modo de ser petista. 
Pediu que levantassem a mão todos aqueles que fossem simpáticos ao partido. 
Todos os alunos, por temerem represálias, levantaram a mão, exceto um que estava sentado no fundo da sala. 
A professora olhou para ele e lhe indagou: 
- Joãozinho, por que você não levantou a mão? 
- Por que não sou petista!
- Se não é petista, então com quem se simpatiza? 
- Com os tucanos! 
A professora, inconformada, insiste: 
- Joãozinho, me diga: por que és simpático aos tucanos? 
O menino, muito convicto, respondeu: 
- Minha mãe é tucano, meu pai é tucano, meu irmão é tucano, por isso eu também sou tucano!
- Bem,mas isso não é um bom motivo. Você não tem que ser tucano como seus pais. Por exemplo, se sua mãe fosse uma vadia, seu irmão um meliante, vagabundo e contraventor e seu pai um fraudador e ladrão de dinheiro público, o que você seria? 
E Joãozinho, mais convicto ainda:
- Bom... Neste caso, certamente eu seria um petista!

Voto, sobrenome otário

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Psicologia X Direito

Na biblioteca de uma faculdade, um rapaz perguntou pra uma moça: 
- Você se importaria se eu sentasse ao seu lado?
A moça respondeu, gritando: 
- EU NÃO QUERO PASSAR A NOITE COM VOCÊ!
Todos os estudantes na biblioteca ficaram olhando para o rapaz, deixando-o constrangido. 
Depois de alguns minutos, a moça se aproximou do rapaz e lhe disse: 
- Eu estudo psicologia e sei o que os homens pensam. Você ficou constrangido, não foi?
O rapaz aproveitou a chance e gritou também: 
- O QUE? VOCÊ QUER 200 REAIS POR UMA NOITE? ISTO É UM ROUBO! 
E todos, espantados, olharam para a moça. 
O rapaz se aproximou e disse, ao pé do ouvido, baixinho: 
- Eu estudo Direito e sei como inverter a culpa.

Verdade absoluta

Ajudaria a manter o peso...

Dentadas

Só existem dois tipos de viagens de avião: as tediosas e as fatais! Avião é uma coisa tão ruim que a gente reza para a viagem ser tediosa.
Ariano Suassuna

Cultura ou não?

Mensagem de Chico Doido para Bibica

EXTRA! EXTRA!
Diretamente de seu Plano Astral 6969/69,
o poeta Chico Doido de Caicó
enviou a seguinte mensagem 
psicoalcoolizada para o Bar de Ferreirinha:
"Depois de horas e horas de conversação
metafísico-aristotélico-espiritual com os amigos
Moacy Cirne, Chiquim de Assis, Cascudinho, Maria Boa, Lula
Guimarães, Moysés Sesyom, Frei Caneca,
Patricia Galvão e Oswaldinho de Andrade,
cheguei à conclusão mais lógica e mais sensata:
somente Bibica - uma grande figura humana, 
pelo que pude observar - será capaz de salvar o
 Brasil dos políticos incompetentes
 e criadores de factoides que torram a paciência da
 gente. Bibica é o cara!" Em tempo/1: 
Moacy é caicoense e foi o maior escritor do RN,
Chiquim de Assis aqui citado é São Francisco de Assis; 
Maria Boa foi a dona do cabaré mais famoso de
 Natal nos anos 40, 50 e 60 do século passado; 
Cascudinho é o folclorista e historiador Luís da 
Câmara Cascudo; Lula Guimarães é o poeta 
curraisnovense Luiz Carlos Guimarães; Oswaldinho 
de Andrade é Oswald de Andrade, claro. Em tempo/2:
 Bibica sairá candidato pelo Partido do Bar de Ferreirinha (PBF).

Mudando de canal

Quando acaba a bateria do controle remoto

Promessas

Francisco Itaerço
Faz muito pouco tempo que te disse sim
Ainda é muito cedo para te dizer não
O meu sim, foi até quando eu por um fim 
Ao estoque de amor do meu coração

Por enquanto vou relevando teus defeitos
Da tua parte pode ir relevando os meus 
Não posso imaginar sequer, outro jeito
Separação! Nem pensar. Você prometeu.

Prometeste que só a morte, essa sim
Da minha parte, eu achei muito pouco 
Em se tratando que a morte não é o fim

Tudo bem! Mas lembre-se, não foi o acaso
Quem uniu eu e você, deveras, foi o destino
Cabe ao próprio destino, prorrogar o prazo.

Namorada romântica

Acabando com momento romântico

Cantada


Namorado muito romântico 



terça-feira, 29 de julho de 2014

Vai começar o horário eleitoral

Fotografias arquivam o tempo

Ivar Hartmann

Resolvi dar uma arrumada nas tralhas e papéis que vamos guardando nos gabinetes. Chega um dia ficamos com medo de abrir uma gaveta ou porta de armário e ser tragados pela anarquia. Antes de podermos gritar por socorro! Eu? Eu criei coragem e comecei a arrumação, do lado onde guardo fotos. Desde slides até filmes de 36 poses, que quando reveladas, só 20 prestavam. Antes de chegar nelas, no entanto tinha uma caixa de sapatos, claro, abarrotada de fotografias antigas. Algumas: na crisma da Igreja Piedade e no CTG do Colégio das Dores em Porto Alegre. Vestido de padre e dando a bênção em Guaíba!!! No CPOR, no inverno, em uma coxilha de São Jerônimo (imaginem o frio). Com alguns colegas na formatura em Passo Fundo. Com meus professores e funcionários do Ginásio de Iraí, no Cassino Guarani. Puxa! Iraí já teve cassino e importância. Fotos de amigos, parentes, colegas. De festas ,casamentos e aniversários. Centenas de personagens. Uma patética: reunião dos Rotarys com o Governador, em Carazinho. Eduardo Loureiro, Eurico Nunes e eu fotografados em uma mesa do salão da Convenção. Em pleno sono os três. Entre estas centenas aparece um cabeludo, mas cabeludo mesmo, em uma campanha política, ao lado do governador nomeado Amaral de Souza. Jesus! Já fui moço! Modéstia à parte, um rapagão...
Mas, o que queria dizer é que quando abrimos caixas antigas recebemos presentes sem preço: nosso passado esquecido rememorado no mesmo que levou a foto para ser batida. Pulamos para o passado, lembrando-se dos fatos que nossa mente guardou, mas também esqueceu. E é muito bom. À medida que deixamos de ser crianças ou jovens promissores e nos tornamos adultos com emprego fixo e ao final aposentados, vamos deixando para trás amigos ou parentes que fizeram parte de um momento de nossas vidas. E se uma fotografia foi tirada, ela representa um momento bom destes tempos que merecem ser lembrados, pelo prazer que nos dá. Ou da vida de nossos pais, irmãos, avós, tios, sobrinhos também em bom momento. Passados os anos ficam as lembranças. A única forma que temos de viver 140 ou 150 anos é fazer muito em cada dia, fazer dobrado cada dia, agir em muitas direções e ocupações ao mesmo tempo. No trabalho, nos grupos sociais, nos serviços comunitários, nos encontros de amigos. Vai chegar o momento de achar fotos antigas. Que felicidade ter o que ver e lembrar.

Banda Rolling Stones fará shows no RN em 2015

stones
Stones farão turnê pelo Rio Grande do Norte em 2015
Está em curso um leilão de mais de 30 milhões de dólares para decidir que empresa trará os Rolling Stones ao Rio Grande do Norte em 2015: WG Catingueira ou Melão Music. 
O show rodará Ypueira, Bom Jesus, Currais Novos, Venha Ver, Encanto e Mossoró.

Legendas de caminhão

Amo-te mais que ontem e menos que amanhã
Não sou bombeiro mas apago o teu fogo
Vitamina de chofer é sorriso de mulher
Amor sem beijo é como macarrão sem queijo
O casamento é uma aposentação sentimental
Entre loira ou morena prefiro você
Pobre só come frango quando joga de goleiro
Guarda-chuva de pobre é cachaça
Veja seus erros, depois corrija os meus
Seja pai de seu filho antes que um traficante o adote
Em festa de formiga não se elogia tamanduá
A pedra e a palavra não voltam depois de lançadas
O beijo não mata a fome mas abre o apetite
O amor é um som que reclama um eco
Para amar basta um olhar
Plantei amor nasceu saudade
No oceano da vida eu sou um barco a navegar
A felicidade perdeu o meu endereço
De tão esquecido esqueci de te esquecer
Existo porque insisto.

Exemplo de familia

Piadinha cu de galinha

DOIS VELHINHOS BATENDO PAPO.
- MEU ORGANISMO FUNCIONA IGUAL A UM RELÓGIO.
O OUTRO PERGUNTA: 
- POR QUE?
- TODOS OS DIAS, AS 06:00 HORAS EU MIJO, AS 06:30 EU DOU UMA CAGADA E AS 07 HORAS EM PONTO EU ACORDO.

Divorcio é foda

O que me restou...

Dentadas

Já que eles colocam fotos nos maços de cigarro, deveriam por gente obesa em cada pacote de batata frita, boi morto em cada bandeja de carne, animais torturados nos cosméticos, fotos de acidentes de trânsito nas bebidas alcoólicas, fotos de gente sem teto na conta de água e luz e fotos de políticos corruptos nas declarações de imposto de renda.
Caco Dentão

Brinquedinho

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Seus problemas acabaram!

Zé Mandu

Jesus de Rita de Miúdo*
Hoje fui acordado com a triste notícia da passagem de Zé Mandu (da sinuca), ou Mandu Véi, como eu sempre o chamei.
Tal acontecimento me ocupou em instantes de imensa tristeza e reflexão, aliados, no entanto, das melhores lembranças de alguns momentos de minha adolescência e juventude.
E, mesmo em face da tristeza, eu acabei rindo muitas vezes. Meu riso sendo a melhor homenagem feita ao homem que partiu hoje cedinho.
Alto, magro, esbelto, cabelos completos na cabeça fina, pele morena clara, sempre bem vestido e rosto barbeado, era inseparável do relógio de pulso, do chapéu de massa e do lenço no bolso.
Motorista de pau-de-arara, gabava-se de conhecer o Brasil inteiro. Sabia e dizia orgulhoso de quantas viagens deu ao Sul do País. Agora essa minha memória me trai, esquecendo o numeral.
Não importa. O que importa é que, cansado, parou em Acari terminar de para criar a prole, toda vinda do casamento com a inesquecível Zefinha, esposa zelosa e mãe atenta, principalmente com os filhos especiais.
Vieram de Cruzeta e por aqui fincaram pé. Criaram raízes, fortes, de amizade. A casa toda sempre foi um quartel general de muita alegria.
Bem mais novo que Mariuzan e Antônio, os filhos homens, fui me chegando naturalmente à casa deles, ali na Major Hortêncio, quase em frente da residência de Seu Paizinho. Foi lá que aprendi a jogar Suecas em dupla, formada sempre com Dona Zefinha que insistia em me advertir no primeiro traço do baralho “nunca jogue apostando dinheiro”. O jogo durava até quinze horas, quando Célia – a filha caçula - se levantava para fazer o café da tarde e Dona Zefinha voltava à máquina e suas costuras.
Mandu Véi lá pela sinuca, em minha adolescência, foi me ensinando a tacar. Voltava a jogada, me dizia qual o efeito... sempre ganhava de mim. Quando comecei a vencê-lo (ele não gostava de perder e ficava deveras mal humorado), pôs uma nova regra: caçapa cantada. Assim foi.
Sua sinuca era o point da juventude sem emprego dos anos oitenta todinhos! A resenha começava às oito da manhã, e só terminava quando Maurizan fechava o estabelecimento, sem hora pré-determinada.
O lugar era visitado várias vezes no dia. Uma obrigação dos despreocupados. Sem contar os que passavam apressados na rua, soltando-lhe piadas e provocações, respondidas prontamente com o melhor do bom humor de Mandu Véi.
- Zé Mandu, já cedo por aqui? – perguntava alguém segurando na braguilha.
E ele, fingindo-se sério, juntava os dedos e, sob os óculos fundos de garrafa, apontava aquela mãozona de sertanejo original para a bunda do sujeito, como se desse a volta no corpo do provocador e respondia com o vozeirão “por ali, por ali”. Depois soltava aquela gargalhada inconfundível, inimitável: “Há-aaai”.
Amigo de Papai, há décadas, tinham uma brincadeira de insultos muito engraçada. Costumava chatear o meu velho perguntando-lhe “por quanto, Miúdo, você vendeu a sua outra metade?”, ridicularizando a pequena estatura do amigo.
Depois soltava aquela risadona gostosa de se ouvir.
Mandu Véi era um patrimônio humano da nossa terrinha. Uma espécie de ícone da alegria, apesar das adversidades presentes e vencidas durante toda a sua vida.
No caminho que tomava por nossas ruas, seguia preocupado com os obstáculos da vista curta, sendo insultado na brincadeira pelos incontáveis amigos, respondendo sempre de forma inteligente. Era um bonachão!
Um dia Hernani de Zé Ludugero me informou:
- Ê, Jesus, Mandu Véi anda meio pra baixo. Tem caminhado pouco. Não vem quase mais à rua.
Na mesma hora eu tomei o rumo do seu lugar.
Recebeu-me com aquela alegria toda, aquele semblante genuíno de quem se alegra com a visita de um amigo original.
Fiquei indo de vez em quando por lá.
- Mandu Véi, se aguente por aí – eu falei quando lhe visitei depois do falecimento de Dona Zefinha.
- Ô! – respondeu-me sem pestanejar. – Um homem como eu morrendo se perde a semente – concluiu para rir a sua gargalhada singular.
Hoje cedo partiu. Não se perdeu a semente. Fica plantada, germinando essa saudade que já nasce imensa, da sua presença, do seu jeitão, da sua alegria... da sua gargalhada.
Deixa Mariuzan, Antônio, Célia e a encantadora Maria, moça especial e que ele um dia chamou de “Minha Coroa”.
Vai juntar-se a Dona Zefinha e aos filhos que perderam, especialmente José, seu “Meu Véi”.
*Natural de Acari, devoto de Daguia e blogueiro.

Bigode

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Exame

A loira chega constrangida ao laboratório de análises clínicas.
- O médico disse que eu teria que fazer aqui um tal exame de fezes, mas eu terminei o segundo grau já tem um tempo e não me lembro de ter estudado isso.
O atendente sorri e explica, do jeito mais didático do mundo,
como funcionava a coisa. 
A loira saiu com o vidrinho na mão e voltou no dia seguinte, no mesmo horário, com o produto devidamente depositado no recipiente.
- Muito bem! - disse o atendente, pegando o vidro e colando
nele um rótulo em branco. 
Ele devolve o vidro à loira, junto com uma caneta e pede:
- Você poderia escrever o nome aqui?
- Ah, claro! - responde a loira solícita. 
A moça escreve rapidinho, devolve o vidro, e o atendente quase cai pra trás quando vê, escrita no rótulo, a palavra "COCÔ". 

É a mesma coisa


Paraiso

Pedro Miranda
Como é lindo o Paraíso
melhor apreciado
de olhos fechados
cheira a flor
sabor de néctar
brisa quente corpo ardente
parece que vôo
parece que sonho.

Sossegai minha doce Inês
este lindo Paraíso não é a morte que me trás
sou eu a lamber-te por trás.

Cachorrinho aflito

Procura-se


domingo, 27 de julho de 2014

Procissão encerra Festa de Sant'Ana 2014


Se você quiser 
acompanhar a 
transmissão 
ao vivo, 
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Sexo compulsório


Ciduca Barros
Eles já tinham muitos anos de casados, entretanto, estavam naquela fase quando, geralmente, o lado sexual já andava meio sem graça. A mulher engordou, o cara quase que broxou, e por aí vai. Ele ainda querendo jogar e ela, cheia de rugas e de netos, achava que já deveria ter amarrado as chuteiras. Então viviam nesse impasse. Ele querendo e ela dizendo não. Aquela atitude, logicamente, vinha azedando um casamento de tantos anos. 
– Eu tenho que achar um jeito de fazer aquela mulher cumprir com as suas obrigações matrimoniais (ou sexuais?) – dizia ele consigo mesmo.
Não tardou, ele encontrou a solução. Ela, como muitos da sua cidade do Seridó, era viciada em jogo do bicho. Alguém comentou com ele que existia uma simpatia: “a pessoa que dormisse amarrada sonharia com o bicho do dia seguinte”. 
– Eureca! – exclamou ele.
Não foi difícil para ele convencê-la a dormir amarrada. Ganhar no jogo do bicho era o seu sonho. E quem foi a pessoa que a amarrou? Exatamente, foi ele, o marido que vivia naquele jejum sexual. Ele se esmerou em amarrá-la convenientemente em cima da cama. Inicialmente, ela estranhou ser amarrada com uma perna num canto e a outra no oposto, ou seja, ela ficou, literalmente, de pernas abertas. Segundo, ela ficou ressabiada quando ele tirou a sua roupa e, terceiro, ela teve a certeza quando ele ficou completamente nu. Exatamente, aconteceu mesmo o que vocês estão pensando. Ela daquele jeito, ele passou a noite tirando o seu atraso sexual.
A vida sexual de um casal apenas aos dois interessa, mas quanto àquele casal a cidade toda tomou conhecimento do bizarro caso. E quando os amigos lhe perguntavam se aquela história era verdadeira, inocentemente, ele dizia:
– Não sei como esse povo soube disso, pois estávamos apenas nós dois!

Boa sorte

mudança